Jesus - a Simples Verdade
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Paul Washer - Igrejas e as Técnicas Carnais
É fundamental conhecermos as Técnicas Carnais usadas hoje para persuadir homens e mulheres ao engano.
Jesus - A Simples Verdade
quarta-feira, 13 de julho de 2011
O Que Você Faz Com A Imoralidade?

terça-feira, 12 de julho de 2011
Missão e Masturbação : Por John Piper

A derrota na área da cobiça é uma das principais forças que impedem os jovens de obedecer ao chamado de Deus para o serviço cristão vocacional. Um adolescente ouve um chamado desafiador para se entregar à causa da evangelização mundial. Ele sente a persuasão do Espírito Santo. Prova a emoção de seguir ao Rei dos reis na batalha. Mas ele não obedece, pois está masturbando regularmente. Ele se sente culpado. Dificilmente consegue se imaginar testemunhando a uma bela garota sobre a condição eterna de sua alma, pois está acostumado a contemplar garotas nuas em sua imaginação. Assim, ele se sente indigno e incapaz de obedecer ao chamado de Deus. A masturbação se torna a inimiga de missões.
Mas a masturbação é algo errado? Deixe-me abordar a questão principalmente para os homens. Não posso imaginar orgasmo sexual sem imagem sexual na mente. Sei que existem ejaculações noturnas, as quais considero inocentes e úteis, mas duvido que alguém tenha um orgasmo à parte de um sonho sexual que forneça a imagem necessária na mente. Evidentemente, Deus constituiu a conexão entre orgasmo sexual e pensamento sexual de tal forma que a força e o prazer do orgasmo dependem do pensamento ou imagens em nossas mentes.
Portanto, para se masturbar, é necessário ter pensamentos ou imagens vívidos e excitantes na mente. Isso pode ser feito por pura imaginação ou mediante fotos, filmes, histórias ou pessoas reais. Essas imagens sempre envolvem as mulheres como objeto sexual. Uso a palavra “objeto” porque para uma mulher ser um verdadeiro “sujeito” sexual em nossa imaginação, ela deve na realidade ser alguém com quem experimentamos o que estamos imaginando. Esse não é o caso com a masturbação.
Dessa forma, voto um não para a masturbação. Pode haver outras razões pelas quais ela é errada. Por ora, fundamento meu voto sobre as inevitáveis imagens sexuais que acompanham a masturbação, as quais tornam as mulheres em objetos sexuais. Os pensamentos sexuais que possibilitam a masturbação não ajudam nenhum homem a tratar as mulheres com maior respeito. Portanto, a masturbação produz culpa real e legítima, e obstrui o caminho da obediência.
Três encorajamentos para homens solteiros:
- Vocês não estão sozinhos na batalha.
- Fracasso periódico nesta área não te desqualifica mais para o ministério do que fracassos periódicos de impaciência (que também é um pecado).
- Procure o poder expulsivo de uma novação afeição. Andei por uma seção inteira de livros de “fotografia” no Walker Art Center na quinta-feira passada, capacitado pelo prazer melhor de sentir Cristo conquistar a tentação do olhar.
Por causa do seu poder,
Pastor John Piper
Fonte livros e Sermões Bíblicos
Jesus a Simples Verdade
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Defendendo a Ira do Meu Pai
Por John Piper Sobre Ira de Deus
Uma Parte da série Taste & See
Tradução por Rodrigo Silva
Existem forças culturais trabalhando dentro e fora da Igreja que me fazem impulsivamente defender a ira do meu Pai contra mim antes de eu ser adotado. Ele não precisa da minha defesa. Mas acredito que ele seria honrado por isso. E ele nos ordenou, "Honra teu pai" (Êxodo 20:12).
Estou escrevendo de Cambridge, Inglaterra, e minha indignação sobre o ataque a meu Pai é de origem britânica. A calunia que eu tenho em mente é o seguinte parágrafo de um popular escritor britânico:
O fato é que a cruz é uma forma cósmica de abuso infantil - um Pai vingativo que pune seu Filho por uma ofensa que ele nem mesmo cometeu. Compreensivelmente, pessoas tanto dentro quanto fora da Igreja acabam considerando essa distorcida versão de eventos moralmente dúbia e uma imensa barreira à fé. Mais profundo que isso, no entanto, é que tal conceito entra em total contradição com a declaração: "Deus é amor". Se a cruz é um ato pessoal de violência cometido por Deus ao gênero humano mas sofrida por seu Filho, então ela zomba do próprio ensinamento de Jesus de amar seus inimigos e de recusar pagar o mal com mal (Steve Chalke e Alan Mann, The Lost Message of Jesus, [Grand Rapids, MI: Zondervan, 2003], pág. 182-183).
Isso espantosamente veio de um cristão declarado. Em defesa do meu Pai celestial eu gostaria de testemunhar a verdade que, antes dele me adotar, sua terrível ira estava sobre mim. Jesus disse, "Quem crê no Filho tem a vida eterna, quem não obedecer... sobre ele permanece a ira de Deus" (João 3:36). A ira permanece em nós enquanto não temos fé em Jesus. Paulo coloca dessa maneira: Nós "éramos por natureza filhos da ira, como o resto da humanidade" (Efésios 2:3). Minha própria natureza me fez merecedor da ira.
Meu destino era enfrentar o "fogo ardente" e "vingança daqueles... que não obedecem ao evangelho do Senhor Jesus... [e que] sofrem a punição da destruição eterna" (2 Tessalonicenses 1:8-9). Eu não era um filho de Deus. Deus não era meu Pai. Ele era meu juiz e meu executor. Eu era um "filho da desobediência" (Efésios 2:2). Eu estava morto em transgressões e pecados. E a sentença de meu Juiz era clara e terrível: "por causa dessas coisas a ira de Deus vem sobre os filhos da desobediência" (Efésios 5:6).
Havia apenas uma esperança para mim - que a infinita sabedoria de Deus pudesse criar um meio para o amor de Deus satisfazer a ira de Deus de maneira que eu pudesse me tornar um filho de Deus.
Isso foi exatamente o que aconteceu, e eu vou cantar sobre isso para sempre. Depois de dizer que eu era por natureza um filho da ira, Paulo diz, "Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa de seu grande amor que nos amou, mesmo quando ainda estávamos mortos em nossas transgressões, nos fez vivos junto com Cristo" (Efésios 2:4-5). "Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho... para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos". Deus enviou seu Filho para resgatar-me de sua ira e me fazer seu filho.
Como ele fez isso? Ele fez do modo que Steve Chalke caluniosamente chama de "abuso infantil cósmico". O Filho de Deus sofreu a maldição de Deus em meu lugar. "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: 'Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro'" (Gálatas 3:13). Se as pessoas no século vinte e um acham esse mais grandioso ato de amor "moralmente dúbio e uma imensa barreira à fé", isso não era diferente nos dias de Paulo. "Nós pregamos o Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gentios" (1 Coríntios 1:23).
Mas para aqueles que foram chamados por Deus e crêem em Jesus, esse é "o poder de Deus e a sabedoria de Deus" (1 Coríntios 1:24). Essa é a minha vida. Esse é o único modo que Deus poderia tornar-se meu Pai. Agora que sua ira não mais repousa sobre mim (João 3:36), ele enviou o Espírito de filiação que flui no meu coração e clama Aba Pai (Romanos 8:15). Por isso eu oro, "Por favor saiba, Pai celestial, que eu te agradeço de todo meu coração, e que eu meço seu amor por mim pela magnitude da ira que eu merecia e a maravilha de sua misericórdia colocando Cristo em meu lugar."
Fonte Livros e Sermões Bíblicos
Jesus - A Simples Verdade
domingo, 10 de julho de 2011
Pela Fé que Foi Entregue aos Santos

Gilson Santos
“Se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé e não vos moverdes da esperança do evangelho que tendes ouvido, o qual foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, estou feito ministro” (Cl 1.23 - ARC).“Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escreve
“E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o númr-vos e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd 3 - ARC).ero dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé” (At 6.7). Há algumas perguntas que nos ajudam a avaliar nossa fé. Neste editorial propomos três perguntas através das quais podemos fazer uma radiografia dela. São perguntas importantes e reveladoras.
Salientando os diversos aspectos que envolvem o ministério pastoral nos tempos atuais, o autor encontra, no emaranhado de responsabilidades que ao pastor se atribui, o dever de pregar a Palavra de Deus. Seu artigo é muito oportuno, mormente nesses tempos em que vozes e movimentos questionam acerca da relevância da pregação bíblica, nos dias atuais. A. W. Tozer, pastor de uma igreja da Aliança Cristã e Missionária até seu falecimento na década de 1960, é conhecido como “um profeta da nossa geração”. Seu artigo, Precisamos Novamente de Homens de Deus, é uma convocação a agradar a Deus e ignorar a multidão, numa geração pragmática e materialista.
A voz de Deus é a voz de Deus. A voz do povo é a voz do povo. Quão desesperadamente precisamos hoje dessa mensagem. Deus está procurando homens que tenham a coragem de tomar posição e assumir o preço dela, no meio desta geração. Na decadente era pré-diluviana, Ele encontrou Noé. O mundo está necessitando novamente de homens como Noé - “pregoeiro da justiça” - a quem o Senhor disse: “Tenho visto que és justo diante de mim nesta geração” (Gn 7.1). Em Quanto ao Vir a Cristo, Ernest Reisinger, veterano pastor batista na Flórida e editor assistente do The Founders Journal, analisa os fundamentos histórico-teológicos de uma das práticas mais comuns à chamada “pregação evangelística” contemporânea: o sistema de apelo.
O autor, numa análise acurada, apresenta os perigos e equívocos em torno desta prática (inaugurada por Charles Finney), entre os quais, a freqüente associação e/ou permuta que se faz entre a regeneração operada pelo Espírito Santo e um ato físico exterior. É um artigo que se enseja bastante oportuno. O que temos nesta edição, contudo, é apenas a primeira parte. Aguarde a conclusão no próximo número. Em Sansão e a Sedução da Cultura, Roger Ellsworth nos adverte quanto ao perigo de nos tornarmos enamorados e, deste modo, divididos pela cultura. Ele o faz de maneira bastante ilustrativa, recordando-nos a história de Sansão e seu encanto por Dalila. Ellsworth conclui seu artigo, alertando sobre o dever de permanecermos fiéis e não nos deixarmos seduzir pela cultura que, por Deus, fomos chamados a influenciar. Dois pequenos artigos complementam o conteúdo deste número. Pequenos, mas nem por isso de menor importância. Outro Evangelho é um artigo que se revela bastante atual. Foi extraído dos escritos de A.W. Pink, teólogo reformado falecido em 1952. Trata desse “evangelho” atual cuja maior aspiração é paz, unidade e irmandade. A mensagem desse evangelho objetiva tornar o mundo tão confortável e um habitat tão harmonioso, que a ausência de Cristo não será percebida, e a necessidade de Deus não existirá. As Implicacões do Livre-arbítrio, citado de C. H. Spurgeon, faz breve análise do conceito humanista do livre-arbítrio em contradição com a doutrina bíblica da livre agência do homem. O que pensamos sobre livre-arbítrio? Como isto se relaciona com a vontade soberana e a graça eficaz de Deus? Não estaremos colocando o homem onde Deus deve estar? Uma de nossas expectativas é que essas leituras estimulem o leitor a batalhar pela fé que de uma vez para sempre foi entregue aos santos.
Jesus - A Simples Verdade
sábado, 9 de julho de 2011
Por que Precisamos dos Puritanos

sexta-feira, 8 de julho de 2011
A Plano de Deus para a Agenda Gay
