Jesus - a Simples Verdade

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Deus exige que os Cristãos guardem o Sábado?


Pergunta: "Deus exige que os Cristãos guardem o Sábado?"

Resposta: Em Colossenses 2:16-17, o Apóstolo Paulo declarou: “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo”. Da mesma forma, Romanos 14:5 diz: “Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente”. Essas passagens deixam bem claro que, para o Cristão, guardar o Sábado é uma questão de liberdade espiritual, não um comando de Deus. Guardar o Sábado é um assunto sobre o qual a Palavra de Deus nos diz para não julgarmos uns aos outros. Guardar o Sábado é uma questão que cada Cristão deve estar convencido em sua própria mente.

Nos primeiros capítulos do livro de Atos, os primeiros Cristãos eram predominante judeus. Quando gentios começaram a receber o dom da salvação através de Jesus Cristo, os Cristãos judeus tinham um dilema: quais aspectos da Lei Mosaica e tradição israelita os Cristãos gentios deveriam ser instruídos a obedecer? Os apóstolos se reuniram e discutiram sobre o assunto no conselho de Jerusalém (Atos 15). A decisão foi: “Pelo que, julgo eu, não devemos perturbar aqueles que, dentre os gentios, se convertem a Deus, mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, bem como das relações sexuais ilícitas, da carne de animais sufocados e do sangue” (Atos 15:19-20). Guardar o Sábado não era um dos mandamentos que os apóstolos julgaram ser necessário reforçar aos crentes gentios. É inconcebível que os apóstolos iriam deixar de incluir o guardar o Sábado se esse ainda fosse um comando de Deus para os Cristãos.

Um erro comum no debate de guardar o Sábado é o conceito de que o Sábado era o dia de louvor. Grupos como os Adventistas do Sétimo Dia defendem a idéia de que Deus exige que o culto da igreja seja no Sábado, o dia santo. Não é isso que o comando do Sábado era. O comando do Sábado era para não trabalhar naquela dia (Êxodo 20:8-11). Em nenhum lugar das Escrituras o sábado era para ser um dia de louvor. Sim, judeus no Velho Testamento, Novo Testamento e tempos modernos usam o sábado como um dia de louvor, mas essa não é a essência do comando do Sábado. No livro de Atos, quando uma reunião está acontecendo no dia de sábado, é uma reunião dos judeus, não dos Cristãos.

Quando os primeiros Cristãos se reuniam? Atos 2:46-47 nos dá a resposta: “Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos”. Se tinha um dia que os Cristãos se reuniam regularmente era o primeiro dia da semana (nosso domingo), não no dia de sábado (Atos 20:7; 1 Coríntios 16:2). Em homenagem à ressurreição de Cristo no domingo, os primeiros Cristãos observaram o domingo, não como o “sábado Cristão”, mas como um dia para louvar e glorificar a Jesus Cristo de uma forma especial.

Há algo errado em louvar no sábado? Claro que não! Devemos louvar a Deus todos os dias, não só no sábado ou domingo! Muitas igrejas de hoje têm cultos no sábado e domingo. Há liberdade em Cristo (Romanos 8:21; 2 Coríntios 3:17; Gálatas 5:1). Um Cristão deve praticar guardar o sábado, quer dizer, não trabalhar nos sábados? Se um Cristão acha que deve fazer isso, absolutamente, sim (Romanos 14:5). No entanto, aqueles que escolhem guardar o sábado não devem julgar aqueles que não guardam o sábado (Colossenses 2:16). Além disso, aqueles que não guardam o sábado devem evitar ser uma pedra de tropeço (1 Coríntios 8:9) para aqueles que guardam o sábado. Gálatas 3:13-15 resume bem esse assunto: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos”.


Fonte: got.questions.com
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O que é o relativismo moral?


Pergunta: "O que é o relativismo moral?"

Resposta: O relativismo moral é mais facilmente compreendido quando comparado com o absolutismo moral. O absolutismo afirma que a moralidade depende de princípios universais (lei natural, consciência). Os absolutistas Cristãos acreditam que Deus seja o recurso principal da nossa moralidade comum, e que essa moralidade é tão imutável quanto Ele. O relativismo moral afirma que moralidade não é baseada em qualquer padrão absoluto. Ao contrário, “verdades éticas” dependem da situação, cultura, sentimentos, etc. O relativismo moral está ficando cada vez mais popular nos dias de hoje.

Muitas coisas podem ser ditas sobre os argumentos para o relativismo que demonstram a sua natureza duvidosa. Primeiro, embora muitos dos argumentos usados na tentativa de sustentar essas afirmações até pareçam bons de primeira, há uma contradição lógica inerente em todos eles, pois todos propõem um esquema moral “correto” – o esquema que todos nós devemos seguir. Entretanto, isso em si é absolutismo. Segundo, mesmo os tão chamados relativistas rejeitam o relativismo na maioria dos casos – eles não diriam que um assassino ou estuprador não são culpados contanto que não tenham violado os seus próprios padrões. Terceiro, o fato de que temos palavras como "certo", "errado", "deve", “melhor", etc., mostra que essas coisas existem. Se a moralidade fosse realmente relativa, essas palavras não teriam qualquer significado, diríamos: - “isso me faz sentir mal”, e não “isso é errado”.

Os relativistas podem até argumentar que valores diferentes entre culturas diferentes mostram que as morais são relativas para pessoas diferentes. Mas esse argumento confunde as ações dos indivíduos (o que eles fazem) com padrões absolutos (se devem fazê-lo ou não). Se a cultura é o que determina o certo e errado, como poderíamos ter julgado os nazistas? Afinal de contas, eles estavam seguindo a moralidade de sua própria cultura. Eles estavam errados apenas se o assassinato fosse universalmente errado. O fato de que tinham “sua moralidade” não muda isso. Além disso, apesar de muitas pessoas demonstrarem a moralidade de formas diferentes, elas ainda compartilham uma moralidade em comum. Por exemplo, os aborcionistas e anti-aborcionistas concordam que o assassinato seja errado, mas descordam em se aborto é assassinato ou não. Até nesse caso vemos a veracidade da moralidade universal absoluta.

Alguns afirmam que situações diferentes causam moralidades diferentes – em situações diferentes, os atos diferentes são julgados de uma forma que talvez não seja correta em outras situações. Há três coisas pelas quais devemos julgar uma ação: a situação, o ato e a intenção. Por exemplo, podemos condenar uma pessoa que tentou cometer assassinato (intenção) mesmo se tenha falhado (ato). Então, as situações fazem parte da decisão moral, pois preparam o contexto no qual podemos escolher o ato moral específico (a aplicação dos princípios universais).

O argumento principal que os relativistas tentam usar é o da tolerância. Eles afirmam que é intolerante dizer a alguém que a sua moralidade esteja errada, e o relativismo tolera todas as posições. No entanto, isso é simplesmente um engano. Antes de tudo, o mal nunca deve ser tolerado. Devemos tolerar o ponto de vista de um estuprador de que mulheres são objetos de gratificação a serem usadas? Segundo, esse argumento se destrói porque os relativistas não toleram a intolerância ou o absolutismo. Terceiro, o relativismo não pode explicar por que qualquer pessoa deva ser tolerante em primeiro lugar. O fato de que devemos tolerar pessoas (mesmo quando descordamos) é baseado na regra moral absoluta de que devemos sempre tratar as pessoas justamente – mas isso é absolutismo de novo! Na verdade, sem os princípios universais morais, a bondade não pode existir.

O fato é que todas as pessoas nascem com uma consciência e todos nós instintivamente sabemos quando ofendemos ou fomos ofendidos. Agimos como se esperássemos que as outras pessoas reconhecessem isso também. Mesmo como crianças, conhecíamos a diferença entre "justo" e "injusto". É necessária uma filosofia ruim para nos convencer de que estamos errado.

Fonte: Got questions.com

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sábado, 10 de março de 2012

A nova e triste geração de evangélicos...


     Esta é uma geração iludida com o mundo não vive para fazer a diferença e sim para se moldar as características mundanas. Para esta geração o humanismo é o centro de tudo Deus não é Deus se o homem não estiver na frente. Há uma "parceria" e o homem quer dividir a glória com o Criador. Que ironia!

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Paul Washer - Visão do céu



Precisamos desta visão para que possamos sair do emocionalismo pensando que com isso galgaremos melhor posição em santidade diante dos homens e de Deus. Para termos visão do Céu e plena mudança em fé, não podemos tirar os olhos do calvário, seja qual for as circunstâncias que por vezes iremos enfrentar. O calvário é o inicio da visão do céu, não necessitamos escorar a nossa fé nos artifícios humanos.
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Próximos do Fim 2ª Pedro

    Pregações realizadas pelos falsos mestres satisfazem pessoas em suas ambições temporárias. È bom estarmos alertas quanto a estes fatos, pois os nossos púlpitos podem agasalhar alguém cujo coração está completamente desviado da verdade.

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O que é a teologia da substituição?


Pergunta: "O que é a teologia da substituição?"

Resposta: Teologia da Substituição essencialmente ensina que a igreja substituiu Israel no plano de Deus. Aderentes à teologia de substituição acreditam que os judeus não são mais o povo escolhido de Deus, e que Deus não tem planos futuros específicos para a nação de Israel. Todas as opiniões diferentes do relacionamento entre a igreja e Israel podem ser divididas em duas áreas: ou a Igreja é a continuação de Israel (teologia da substituição / teologia do pacto), ou a Igreja é completamente diferente e distinta de Israel (Dispensacionalismo / Pré-milenialismo).

Teologia da Substituição ensina que a igreja é a substituição de Israel e que muitas promessas feitas a Israel na Bíblia são cumpridas na igreja Cristã, não em Israel. Então, as profecias nas Escrituras sobre benção e restauração de Israel à Terra Prometida são "espiritualizadas" or “alegorizadas” em promessas das bençãos de Deus para a Igreja. Há grandes problemas com essa opinião, tais como a existência do povo judeu durante os séculos e especialmente com a revivificação do estado moderno de Israel. Se Israel é condenada por Deus, e não há nenhum futuro para a nação judaica, como podemos explicar o sobrevivemento sobrenatural do povo judeu durante os últimos 2000 anos apesar de muitas tentativas de destruir essa nação? Como podemos explicar por que e como Israel reapareceu como uma nação no século 20 depois de não existir por 1900 anos?

A opinião de que Israel e a Igreja são diferentes é ensinada claramente no Novo Testamento. Nessa opinião, a Igreja é completamente diferente e distinta de Israel, e as duas nunca devem ser confundidas ou a elas referidas como se fossem a mesma coisa. As Escrituras nos ensinam que a Igreja é uma criação completamente nova que passou a existir no Dia de Pentecostes, e vai continuar até ser levada ao céu no arrebatamento (Efésios 1:9-11; 1 Tessalonicenses 4:13-17). A igreja não tem nenhum relacionamento com as maldições e bençãos para Israel. As alianças, promessas e advertências são válidas apenas para Israel. Israel foi temporariamente colocada de lado no programa de Deus durante esses últimos 2000 anos de dispersão.

Depois do Arrebatamento (1 Tessalonicenses 4:13-18), Deus vai restaurar Israel como o foco principal de Seu plano. O primeiro evento durante esse tempo vai ser a Grande Tribulação (Apocalipse 6-19). O mundo vai ser julgado por rejeitar a Cristo, enquanto Israel é preparada através das tribulações da Grande Tribulação para a Segunda Vinda do Messias. Portanto, quando Cristo retornar à terra, no final da Tribulação, Israel vai estar pronta para recebê-lo. O restante de Israel que sobreviver à Tribulação vai ser salva e o Senhor vai estabelecer Seu reino na terra com Jerusalém como sua capital. Com Cristo reinando como Rei, Israel vai ser a nação principal, e representantes de todas as nações irão a Jerusalém honrar e louvar ao Rei – Jesus Cristo. A Igreja vai retornar com Cristo e reinar com Ele por um período literal de 1000 anos (Apocalipse 20:1-5).

O Velho e o Novo Testamento sustentam uma compreensão pré-milenar e dispensacionalista do plano de Deus para Israel. Mesmo assim, o suporte mais forte para o pré-milenialismo é encontrado no ensino de Apocalipse 20:1-7, onde diz, seis vezes, que o reino de Cristo vai durar 1000 anos. Depois da tribulação, o Senhor vai retornar e estabelecer Seu reino com a nação de Israel, Cristo vai reinar sobre toda a terra e Israel vai ser o líder das nações. A igreja vai reinar com Ele por 1000 anos. A igreja não substituiu Israel no plano de Deus. Enquanto Deus está se focalizando Sua atenção primeiramente na igreja nessa dispensa da graça, Deus não esqueceu Israel, e um dia vai restaurar Israel ao Seu papel como a nação que Ele escolheu (Romanos 11).

Fonte. got questions.com
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Jesus Voltará Visivelmente

    Brevemente Jesus voltará e é preciso que todos nós estejamos prontos e anunciando com fidelidade seu retorno. Sejamos valorosos quanto a mensagem a ser proclamada se estamos hoje debaixo da Sua Graça Salvadora e na Esperança de Sua  Vinda é porque alguém obedientemente a voz do Senhor nos anunciou façamos o mesmo enquanto é dia.

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