Jesus - a Simples Verdade

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

DINOSSAUROS: A CIÊNCIA E A BÍBLIA FACE A FACE


I. INTRODUÇÃO

DINOSSAUROS. Desde o ano de 1993 que os dinossauros estão na "moda". Para este facto contribuiu o filme Jurassic Park, de Steven Spielberg. A alusão a uma possível existência de dinossauros tornou lucrativa a indústria cinematográfica, televisiva, brinquedos e jogos sobre estes animais.

Muitos cristãos ainda duvidam se os dinossauros encaixam na Bíblia. A dúvida existe porque nas escolas, nos manuais e em quase todo o lado, a existência dos dinossauros está associada à teoria evolucionista, primeiramente desenvolvida por Charles Darwin (embora este se tenha retractado posteriormente).

Contudo, os cristãos não devem recear falar destes temas. Pelo contrário. A oportunidade é única. Finalmente, o mundo pode saber que os dinossauros existiram, mas que por esse motivo a evolução é uma teoria falsa. Se as teorias do mundo mudam constantemente, a Palavra de Deus é imutável. A Bíblia não se declara como um livro de estudos científicos, mas Deus garante-nos que na Sua Palavra temos tudo o que precisamos de saber sobre a vida e a piedade (2Pe 1:3). Os estudiosos da Bíblia e os que amam a Deus não podem relegar exclusivamente à ciência a discussão sobre a origem da vida. Estas questões, e suas respostas, são de natureza teológica. Só Alguém que esteve presente nesses acontecimentos, quando o Universo passou a existir, pode explicar o que aconteceu - e esse Alguém... é DEUS.

I.1. NO PRINCÍPIO...
" No princípio, criou Deus os céus e a terra". Este verso bíblico explica, entre outras coisas, que sem Deus, nada do que hoje existe, existiria. Não se trata de uma teoria criacionista, mas de um facto. Ele criou o Universo, a Terra e TUDO o que nela há (Ex 20:11). A Bíblia, o único livro totalmente de confiança, será a nossa fonte primordial. Ela é a autoridade máxima, porque ela é a Palavra de Deus escrita.

I.2. A DESCOBERTA

Ossos Fossilizados. Foi em 1677 que foi descoberto um grande osso. O seu descobridor foi Robert Plot. O osso foi tido como pertencente a um elefante gigante, Quase 200 anos mais tarde, em 1822, Anne Mantell descobriu em Sussex (Ingalterra) um osso que brilhava ao sol. Levou-o ao seu marido, que era coleccionador de fósseis. Era um dente, e o dr. Gideon Mantell concluiu pertencer a um ser já extinto, da família das iguanas.

A origem da "febre". Somente em 1841, Richard Owen utilizou a palavra dinossauro referida a um réptil gigante. Entretanto, e desde então, já foram descobertos ossos de diferentes tamanhos - desde 2 a 9 metros de comprimento.

A Bíblia Sagrada fala-nos de dinossauros. O livro de Génesis conta-nos quando e como os dinossauros foram criados. Também nos conta que os dinossauros entraram na arca com Noé e sua família, viveram naquele enorme navio durante um ano, e saíram dele juntamente com os outros animais quando terminou o dilúvio. Hoje, parece que os dinossauros já se extinguiram. Mas quando se fala destes animais, pensamos sempre que eles eram enormes. Terá sido assim ?

II. A TEORIA EVOLUCIONISTA

Quando os ossos foram achados, os evolucionistas esfregaram as mãos. Pensavam que estava provada a sua teoria e, porque pensavam que a Bíblia não falava dos dinossauros, consideravam este Livro ultrapassado e sem valor. Começaram a fazer desenhos e reconstruções com materiais artificiais esses desenhos de dinossauros. Depois, inventaram a idade dos mesmos - 65 milhões de anos.

É evidente que os ossos existentes provam que os dinossauros existiram. Os cristãos nunca o negaram. Contudo, esses mesmos ossos não permitem uma reconstrução factual e na íntegra, da forma esquelética da maior parte dos dinossauros. Aliás, mesmo que se pudesse recolher ossos que correspondessem a 40% de um dinossauro, não era possível afirmar qual a sua fisionomia, qual a cor da sua pele, ou de que se alimentava.

Já muitos ouviram falar do Brontossauro com o seu longo pescoço, mas poucos sabem que é uma farsa. Os cientistas descobriram que colocaram o osso da cabeça errada no abdómen do dinossauro errado! É por isso que esse "dino" inventado não surge nas modernas enciclopédias e dicionários. Quase todas as reconstruções são fictícias. Só as que se baseiam em fósseis são críveis, como sucede com o Archaeornis (ave).

JURASSIC PARK - A ideia sugerida pelo filme Jurassic Park é a existência de um parque actual onde existem dinossauros, os quais se desenvolveram a partir da extracção feita por um cientista do DNA de dinossauros existente em ovos ou ossos do chamado "período jurássico" (termo evolucionista). Contudo, tal é impossível. Mesmo nas condições mais favoráveis, o DNA não consegue manter-se mais do que algumas centenas ou mil anos. E para o renascimento laboratorial de um dinossauro, além do DNA perfeito, é necessário um dinossauro-feminino vivo que ceda as cédulas correspondentes - e, claro, da mesma espécie. Onde está ela ?

A palavra neo-testamentária para paraíso é traduzida literalmente do grego como pardec, o que significa parque. O realizador de Holywood, promotor do movimento Nova Era, quer com o seu "Parque Jurássico" reviver os dinossauros, melhor, o "grande Dragão" (Satanás) através de uma farsa evolucionista.

Os dinossauros existiram. Mas existiram juntamente com o homem, não com os "homens-macacos" com os nomes que os evolucionistas lhes chamam. Falam, muitas vezes, dos "homens das cavernas". O que não sabem é que, no futuro, na grande tribulação, "reis da terra, os grandes, os ricos, os poderosos, e todo o escravo e todo o livre" se esconderão nas cavernas e nos penhascos dos montes (Ap. 6:15. Ver Isa. 2:19-22) ! Curiosamente, quem se esconderá nas cavernas serão os evolucionistas e os que terão medo de Deus, face ao julgamento que o Senhor trará um dia ao mundo. Por isso, concluímos que esse filme, e todas as alusões evolucionistas aos dinossauros, não passam de instrumentos que Satanás usa para pôr em causa a criação divina, perfeita e valorosa.

III. O QUE DIZ A BÍBLIA ?

A primeira referência a animais "dinossauricos" é Gén. 1:21 "Deus criou as grandes baleias". A palavra hebraica para baleiasé tanniym, que significa «monstro». Esta palavra surge mais de 20 vezes em toda a Bíblia.

O LEVIATÃ. Outra passagem relativa a dinossauros é Isaías 27:1. Este tipo de dragão marinho é chamado Leviatã (veja Salmo 74:14; 104:26), e está descrito pelo próprio Deus em Job 41:1-34.

    "Naquele dia o Senhor castigará com a sua dura espada, grande e forte, o Leviatã, a serpente veloz, e o Leviatã, a serpente tortuosa, e matará o dragão que está no mar" (Isaías 27:1)

    "Fizeste em pedaços as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto" (Salmo 74:14)

    "Tal é este vasto e espaçoso mar onde se movem seres inumeráveis, animais pequenos e grandes. Ali passam os navios; e o leviatã para nele folgar" (Salmo 104:25,26)

Cumpre notar que estas passagens referenciam o Leviatã como sendo um animal que vivia no mar. Algumas traduções da Bíblia têm em rodapé (não no texto original) a referência que o leviatã é o crocodilo. Sucede porém que o crocodilo não se pode comparar ao ser descrito nas passagens referenciadas, nem em Job 41. A passagem bíblica de Salmo 104:26 chega mesmo a quase comparar o leviatã a um navio (não um pequeno barco!), pois diz: «ali passam os navios; e o leviatã para nele folgar».

O Leviatã é apresentado como um animal temido, saindo chama (entenda-se, calor) da sua boca (v.21), com pele tão espessa (15-17) que nem espada ou pedra o afugenta. Curiosamente, lemos no verso 9 de Job 41: "eis que a sua esperança falhará" numa clara e evidente referência à sua extinção. Por outro lado, isso significa que o homem conviveu com ele, pois descreve-o de uma forma muito completa. Leia passagem completa.

O BEEMOTE. Também Job 40:15-24 fala do Beemote, que era um ser herbívoro (v.15). Ele movia a sua cauda, com ossos fortes (v.17) e era impossível de capturar (v.24). Embora algumas versões da Bíblia o apresentem como o hipopotamo, a descrição não é conducente com esse animal, mas com um dinossauro. Leia passagem completa.

OUTRAS REFERÊNCIAS. Mas existem outras passagens que se referem a "dragões" de vários tamanhos, como * Isaías 34:13. * Miqueias 1:8. * Malaquias 1:3. Nestas passagens, a palavra original no hebraico é tanniym, isto é, «monstro». Os dinossauros foram criados por Deus, multiplicaram, encheram a terra e conviveram com o Homem, cumprindo assim a ordem de Deus (Gén.1:22).

IV. ESPÉCIES DE DINOSSAUROS

Todos foram répteis. Os dinossauros pertencem à categoria dos Répteis. Dinossauro significa lagarto terrível. E o lagarto é um ser rastejante. Não foi Adão quem deu os nomes por que hoje conhecemos os dinossauros. Esses nomes são mais recentes. Aliás, a Bíblia refere que Adão só deu nomes às aves e aos mamíferos (Gen. 2:19s) - não aos animais rastejantes, insectos ou criaturas marinhas. Mesmo assim, o seu trabalho nao foi pouco! Cerca de 8600 aves e 5500 mamíferos, foi o trabalho de Adão..
Quanto aos dinossauros, em específico, podemos citar algumas espécies. As espécies a seguir referenciadas têm credibilidade científica e criacionista - isto é, há provas de que assim teria sido. Fundamentalmente, a base são fósseis existentes em vários lugares do mundo, que permitem que se chegue a determinadas conclusões.
Os fósseis são formados a partir de marcas deixadas ou de restos de plantas/animais. Há a secagem dos mesmos, prensagem sob grande peso de lodo e depois, alguns anos (dezenas, centenas ou milhares, conforme os casos) para a sua preservação.

1. OS RÉPTEIS GIGANTES

Diplodocus. Este dinossauro foi um dos mais compridos dentre os que perambularam na nossa terra. Crê-se que tenha tido pelo menos 30 metros de comprimento. Tinha uma cauda e pescoço grandes, o que em relação ao corpo, permitia o seu equilíbrio. Talvez, em altura, atingisse, com o seu pescoço, o quarto andar de um edifício. Era herbívoro. Muitos associam este ser ao Beemote citado nas Escrituras. O Diplodocus tinha um furo no topo da cabeça por onde poderia respirar quando estivesse com o corpo na água.

Braquiossauro. Com as mesmas características do Diplodocus, era mais pequeno (cerca de 15m), mas pesava cerca de 80 toneladas. Mais pesado do que ele, o Ultrassauro, com 90 toneladas, e o Sismossauro, cujo peso preciso se desconhece.

Apatossauro. Pesava cerca de 40 toneladas e tinha um pescoço de cerca de 6 metros, medindo em comprimento 22 metros. Era herbívoro (só comia plantas). Tinha 24 dentes com o formato de uma colher, que não serviam para mastigar alimentos. Logo, deverá ter engolido pedras ásperas do tamanho do punho de um homem para ajudar a triturar a comida no seu estômago, como fazem alguns pássaros e crocodilos.

Tiranossauro Rex. Foi, provavelmente, a mais terrível máquina mortífera que andou sobre a terra. O seu nome significa "o rei tirano dos lagartos". Todos os animais e homens teriam medo dele. Media 5 metros de altura. Cada pata traseira ocupava o espaço de 1 metro quadrado. Era carnívoro, tendo na sua boca 60 dentes, com 15cm de comprimento. que eram como facas de pontas com bordas serrilhadas, o que lhe facilitava rasgar a carne. No entanto, as descobertas mais recentes levam-nos a acreditar que ele também se terá alimentado de alimentos macios.

2. OS DINOSSAUROS INCOMUNS

Triceratops. Este dinossauro, com uma certa aparência engraçada, tinha três chifres. Era um ser herbívoro, e acredita-se que era um potente lutador. Dois dos seus chifres tinha 60 cm e o outro, logo acima da sua boca, um chifre forte pontiagudo de 15 cm.

Estegossauro. Este dinossauro tinha uma fileira de placas ósseas nas suas costas, com parecência de velas de barcos. Essas placas regulavam a temperatura do seu corpo, expelindo o calor quando estava muito quente, e absorvendo o calor quando sentisse frio. Estegossauro significa "lagarto curvado", porque ele possuía costelas fortemente curvadas. No final do seu rabo, havia quatro pontas, medindo cada uma delas 90 cm de comprimento e 15 cm de espessura. Possivelmente, o seu rabo era usado como chicote para perfurar o couro duro dos seus inimigos.

Paquicefalossauro. Este terá sido o dinossauro mais esquisito, pois tinha uma cabeça ossuda, rodeada por saliências ósseas parecidas com verrugas. Tinha ainda ossos pontiagudos no nariz. Possivelmente usava a cabeça para se defender, dando cabeçadas nos outros animais. Tinha 1,70m de altura, portanto, a altura de um homem médio, e era herbívoro.

Dinossauro Bico-de-Pato. Este dinossauro era parecido com um pato - a sua boca tinha o formato de um bico de pato, sendo herbívoro. Possuía suas fileiras de dentes na parte de trás da mandíbula superior, e duas fileiras de dentes na parte de trás da mandíbula inferior. Cada fileira tinha 500 dentes, o que totalizava 2.000 dentes numa só boca - no entanto, esses dentes não eram usados todos simultaneamente. Em 1908, um coleccionador encontrou fósseis de dois bicos-de pato em Wyoming, EUA - até as peles estavam preservadas em fósseis. Deste modo, foi possível verificar que tinham pele grossa, semelhante ao do crocodilo. Tinham as costas escuras e a frente de cor clara. Recentemente foi encontrado um "cemitério" de bicos-de-pato no norte do Alaska (EUA). Desconhece-se contudo, se viviam em terra ou nos pântanos.

3. RÉPTEIS DO MAR

Ictiossauro. O primeiro fóssil marinho foi encontrado por Mary Anning de 12 anos. A criatura tinha quatro nadadeiras, longos maxilares cheios de dentes. A forma aerodinâmica do seu corpo era parecida com os golfinhos, medindo cerca de 9 metros.

Plesiossauro. Em 1925, Charles Moore estava na praia de Moore, na California, e encontrou um esqueleto deteriorado de um monstro que parecia uma serpente.

O Leviatã. A Bíblia fala que Deus criou "os grandes animais marinhos" (Gen. 1:21). e Deus descreveu uma dessas criaturas a Jó, chamando-a de Leviatã (Jo 41:1). Algumas pessoas pensam que Deus estava a descrever o crocodilo, mas a descrição não é coincidente. A Bíblia afirma: «Põe a tua mão sobre ele, lembra-te da peleja, e nunca mais o intentarás» (v.8). As pessoas não o podiam apanhar com anzóis - ele era tão forte que nem espadas ou lanças o feriam (v. 1 e 2). Não sabemos qual a fisionomia deste ser, mas Deus afirma que "na terra não tem igual, pois foi feito para não ter medo" (v.43).
O Leviatã cuspia fogo ! É isso que se lê em Jó 41:19. Alguns dizem que é meramente simbólico. Mas o versículo refere: "Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela". Em primeiro lugar, este versículo dá-nos a prova de como este ser não era o crocodilo.
Contudo, esta descrição não é simbólica. Podemos dizer que da boca deste "dinossauro" saía, e facto, fogo. Eis a prova: Deus preservou até aos dias de hoje uns pequenos seres chamados besouros bombardeiros, com pouco mais de 1 cm, que nos mostram como era possível lançar "fogo". Estes besouros têm um pequeno canhão nas suas caudas, cada qual com um gás venenoso. Quando sentem perigo misturam estes dois gases, formando uma bola de gás quente e nocivo que ataca os seus inimigos. Se isto sucede hoje, porque não com animais maiores ?

4. RÉPTEIS DO AR

Pteranodon. Este réptil voador com 15 metros de envergadura das asas, tinha uma cabeça de 1,80m de comprimento, incluindo uma crista de 70 cm que se estendia para tràs, conforme a figura acima reproduzida. Essa crista, bastante fina, tinha a função de dar equilíbrio aerodinâmico ao seu longo bico desdentado. Apesar do seu grande tamanho, pesava apenas cerca de 13 Kg ! Deus projectou esta criatura magnífica para voar - os seus ossos ocos tornava-no leve e eficiente. Tinha ainda uma bolsa debaixo da goela, onde armazenava pequenos peizes e animais marinhos que pescava nas águas.

Arqueoptérix. Esta criatura tinha asas e penas. Possuía garras nas suas asas e assim conseguia trepar as árvores e voar. No entanto, essas garras não são uma evidência de que estava a evoluir de um réptil para um pássaro. Nunca foi encontrado qualquer esqueleto que indicasse um estágio intermediário de evolução.

Aliás, ainda hoje, existe um pássaro na América do Sul, chamado Hoazin, que tanto pode trepar a árvores como voar - tem na parte da frente de cada asa duas garras que usa para trepar enquanto pequeno - e é evidente que não está a evoluir, sendo um pássaro.

Foto: Fóssil de arqueoptérix encontrado em Berlin (Museu Britânico de História Natural)

5. DINOSSAUROS PEQUENOS. Quando falamos em dinossauros, pensamos logo em monstros. Mas existiram dinossauros muito pequenos ... É o caso do Compsognatus que não era maior que uma galinha, bem como o Struthiomimus. ORanforinco foi um dos menores répteis voadores, com cerca de 50 cm de comprimento. Dentre os répteis voadores, tinha uma aparência estranha, por causa do seu rabo longo e fino com um leme na ponta. A existência destes pequenos dinossauros prova a impossibilidade de evolução, porque todas estas espécies viveram em comum, no mesmo período de tempo.

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V. OS DINOSSAUROS E O DILÚVIO

Criados para se Multiplicar. No Quinto dia da Criação, Deus começou a povoar a terra com seres viventes. Criou pois os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rasteja, os quais povoaram as águas, segundo a sua espécia (Gen. 1:21). No Sexto Dia, Deus criou os animais selváticos, segundo a sua espécie, e todos os répteis da terra (Gén.1:25).
Muitas pessoas não acreditam que Deus tenha criado os répteis e o Homem no mesmo dia (sexto). Dizem por isso, que levou bilhões de anos para que os animais evoluíssem das substâncias químicas das águas. Talvez seja por essa incredulidade que Deus repete por três vezes que criou os répteis no mesmo dia que o Homem (v. 24, 25 e 26).
Quando Deus os criou eram todos herbívoros e inofensivos. A Bíblia diz: "E a todos os animais da terra... em que há fôlego de vida, toda a erva verde lhes será para mantimento" (Gén.1:30). Foi só depois da queda de Adão e Eva que alguns deles se tornaram carnívoros, por causa do pecado.

A Camada de Vapor. Deus colocou, quando criou a Terra, uma camada de água ao redor da Terra, acima da atmosfera, que servia de protecção (Gén. 1:6-8). Era um véu invisível de vapor de água. Através dela as pessoas podiam ver o sol durante o dia, e a lua e estrelas durante a noite. Essa camada de vapor funcionava como uma estufa, conservando o calor da terra. Não havia, portanto, as regiões geladas do Ártico ou da Antártica. Durante 1600 anos aquela camada protegeu a terra da luz directa dos raios solares. Os cientistas afirmam que a luz ultra-violeta do sol é mortal para todos os tipos de vida. Ora, antes do dilúvio, as pessoas não recebiam o sol directamente, mas filtrado por essa camada de vapor, o que permitia que as pessoas, animais e plantas vivessem e crescessam muito mais do que hoje.

A Arca. Os homens multiplicaram-se sobre a terra. E também multiplicaram a maldade e o seu pecado, a tal ponto que Deus não podiam mais suportar tal situação. Assim, o Senhor queria fazer desaparecer da terra o homem, animal, réptil e aves que tinha criado (Gen. 6:7). No entanto, Deus encontrou um homem, Noé, que era justo perante Deus, porque confiava nEle. Deus agradou-se com ele, e por isso, disse-lhe para fazer uma Arca para alertar o mundo do julgamento de Deus. Com a arca, seria salva a família de Noé, e representantes de todas as espécies de aves e animais terrestres (os peixes e animais marinhos ficariam no mar, mas uma grande parte deles morreria com a enchente). Deus deu a Noé as medidas exactas da arca. Ela deveria ter três andares. A arca media 135 metros de comprimento, 23 de largura e 14 de altura. As pessoas zombaram de Noé e sua família que durante 120 anos construíram a Arca, pois nunca tinha chovido na terra, até à altura, devido à camada de vapor existente por volta da terra. Mas chegou o dia do julgamento. Então, as "comportas dos céus se abriram" (7:11), isto é, a camada de vapor transformou-se em água, chovendo assim sobre a terra.

Os Dinossauros entraram na Arca. A Palavra de Deus diz-nos que entrou na Arca um par dos animais imundos e sete dos não-imundos. Lemos ainda em Gn. 7:7-9, que entrou na arca "de todos o réptil sobre a terra" . Logo, os dinossauros também entraram ! É claro que os mais cépticos argumentarão... será que entraram dois Braquiossauros, de 80 toneladas cada?

A Arca era muito grande. Como já referido, as dimensões da arca eram gigantescas. Calcula-se que nela caberiam 520 vagões de um comboio. Nela teriam entrado cerca de 40.000 animais. E, logicamente, girafas, elefantes, e outros grandes animais.

Os Dinossauros cresciam sempre. Eis a outra face da questão. Os homens crescem até aos 20/30 anos. Então, pára o crescimento. Mas os dinossauros cresciam sempre! Ora, Deus trouze para a Arca somente os pares que pudessem "povoar a terra e nela se multiplicarem" (Gén. 8:17). Deste modo, os enormes dinossauros não entraram na Arca - eles seriam "avós" e não se podiam reproduzir. Mas, em contrapartida, entraram os jovens dinossauros - mais pequenos, é verdade, mas dinossauros.

Os Dinossauros Saíram da Arca. Tal como entraram, também saíram da Arca. É claro que o mundo que encontraram era diferente do que estavam habituados a viver antes do dilúvio. Mas, mesmo assim, viveram e multiplicaram-se durante alguns anos.

Por isso, os dinossauros conviveram com o Homem.Independentemente de todas as argumentações sobre o assunto, deixemos a ciência falar...
A foto ao lado é a reprodução de um fóssim de pegadas humanas numa rocha cambriana. Um trilobite amassado, indicado pela seta, pode ser observado numa das pegadas.
De acordo com as ideias evolucionistas, o homem não evoluiu até centenas de anos após a formação das rochas cambrianas e a extinção de trilobites, as quais, segundo os mesmos são do tempo dos dinossauros. (Prof. H.Andrews, Museu de W.J.Meister, Jr.)
Está pois provado, cientificamente, que os homens conviveram com os dinossauros. E a Bíblia atesta-o completamente (Job 40 e 41).

VI. A EXTINÇÃO DOS DINOSSAUROS

A Divisão da Terra. A Terra não teve sempre a configuração actual. Ela, quer antes quer depois do dilúvio era toda una. Mas cerca de 800 anos depois do dilúvio, nos dias de Pelegue, deu-se a divisão da terra em continentes (Gn. 10:25). Nessa altura, quando já tinha havido a confusão das línguas na torre de Babel, os povos de então tinham-se repartido pela terra, e estavam reunidas as condições para a separação em grandes continentes. Muitas causas podem ser apontadas para o desaparecimento da maior parte das espécies de dinossauros: fome, clima, novas doenças. Mas é errado dizer, sem provas, que foi algum meteoro ou cometa que tenha caído sobre a terra. Tal impossibilitaria a vida, e extinguiria a própria vida humana, o que nunca se verificou. A Bíblia relata a maior catástrofe que houve sobre a terra, e essa maior catástrofe foi odilúvio, e não a queda de algum cometa.

É possível que, aquando da divisão da terra em continentes, tenha havido a perda das condições para a vivência dos dinossauros, mas afinal, por que se dá tanta atenção á extinção dos dinossauros ? Afinal, milhares de espécies - mamutes, mastodontes, lobos, etc. extinguiram-se e continuam a extinguir-se. Deus, ao criar estes répteis poderosos, quis mostrar como Ele é Todo-Poderoso. Se entretanto Deus permitiu a sua extinção, é porque era necessário em face da novas condições da vida na terra.

Mas ... exintos em absoluto ? Hoje... Ainda Há Dinossauros Vivos ! Nada de espantar. Há notícias de que dinossauros vivos têm sido vistos na Terra. Nativos do Congo dizem ter visto criaturas parecidas com dinossauros. Em 1977, pescadores japoneses viram um réptil enorme no sul do Oceano Pacífico.

Dragão de Komodo. Mas não é preciso acreditar nesses testemunhos. Se quiser ver um dinossauro, basta ir à ilha de Komodo, na Indonésia. Lá pode-se ver o maior lagarto do mundo - tem todas as características dos dinossauros, medem 3 metros e pesam 150 Kg.

Iguana de Mona e as Tartaruga dos Galápagos.São mais dois seres da família dos dinossauros. O primeiro, na ilha do Caribe, e o segundo, na ilha dos Galápagos. A tartaruga dos Galápagos chega a pesar cerca de 300 Kg!

Não devemos ficar surpresos se algum dia chegar uma notícia com uma foto de um dinossauro, por exemplo, aquático, vivo. A existência actual de certas espécies de dinossauros só provam que a teoria da evolução não é fidedigna. Os dinossauros conviveram e podem conviver com o homem. Mas acima de tudo, importa falar do Poder de Deus, ao criar estes seres. E se este Senhor criou estes seres, e permitiu a sua extinção, quanto maior será o julgamento daqueles que, persistindo em pecado, não querem aceitar a dávida de Deus, isto é, o Senhor Jesus Cristo, que hoje, a todos, oferece a salvação gratuita a todo aquele que nEle crer e o receber pela fé
Fonte Luz para Vida
Jesus A Simples Verdade

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Estudos objetivos reforçam o Novo Testamento Os evangelhos contém traços internos de integridade histórica O texto do Novo Testamento está firmemente




Desde que é do Novo Testamento que obtemos nosso conhecimento essencial sobre Jesus, é apropriado questionarmos se esta literatura é válida e historicamente correta.
Os críticos freqüentemente descrevem os evangelhos como lendas piedosas, não dotadas de competência histórica e designadas somente para propósitos de propaganda. Embora se saiba que os evangelhos não são biografias em sentido estrito, segundo definições do século XX,[1] os fatos que se seguem dão imenso peso à exatidão histórica do Novo Testamento.


ESTUDOS OBLETIVOS REFORÇAM O NOVO TESTAMENTO

Os arqueólogos que estudam antigas civilizações descobrindo ruínas e examinando artefatos, têm crescente êxito em confirmar a exatidão dos textos bíblicos. A defesa de Sir William Ramsey's dos escritos de Lucas é um exemplo clássico[2] Os achados arqueológicos têm, na verdade, revertido as opiniões de certo número de pessoas previamente céticas. Entre eles está o erudito Dr. William F. Albright, que escreve:

    "O excessivo ceticismo mostrado contra à Bíblia [por certas escolas de pensamento] tem caído progressivamente em descrédito. Descobertas após descobertas têm estabelecido a exatidão de numerosos detalhes."[3]

Recentes descobertas arqueológicas incluem tanto o Tanque de Betesda (João 5:1) e “o Pavimento” (João 19:13). Sua existência foi posta em dúvida apenas a poucas décadas atrás.
A confirmação da exatidão do local do Poço de Jacó também foi obtida (João 4).[4] Tais achados têm feito muitos estudiosos reverterem suas opiniões antes céticas sobre a historicidade do quarto evangelho. Seu autor tem demonstratado um óbvio e íntimo conhecimento da Jerusalém da época de Jesus, como esperaríamos do apóstolo João. Tais detalhes não teriam sido acessíveis a um escritor de geração posterior, pois Jerusalém fora demolida sob o exército romano de Tito em 70 A.D.

Ainda, a recente descoberta de um censo Romano similar àquele de Lucas 2:1, e a confirmação histórica de sua “sincronia”[5] em Lucas 3:1f, desvenda o cuidado tomado por Lucas na escrita do seu evangelho (Lucas 1:1-4).

[Saiba mais sobre descobertas arqueológicas que confirmam a exatidão da Bíblia.]

Críticos do evangelho de Lucas freqüentemente o retratam como improvável e de opinião subjetiva, mas eles não têm conseguido derrubar as confirmações históricas de Lucas.[6] E, por extensão, os outros dois evangelhos "Sinóticos"[7] de Mateus e de Marcos, pintando retratos essencialmente semelhantes do ministério de Jesus, são também relatos confiáveis de sua vida.

Além disso, Jesus é também mencionado fora da Bíblia por pessoas que viveram quase na sua época. Escritores seculares e extra-bíblicos (muitos hostis) falam da existência de Jesus, incluindo os escritos romanos de Tácito, Seutônio, Tálio e Plínio, e os escritos judaicos de Josefo e do Talmud. Gary Habermas cita um total de 39 fontes extra-biblicas antigas, incluindo 17 não-cristãos, que dão testemunho, fora do Novo Testamento, de mais de 100 detalhes da vida, morte, e ressurreição de Jesus.[8]


Artist's conception of Jesus carrying cross
OS EVANGELHOS CONTÉM TRAÇOS INTERNOS DE INTEGRIDADE HISTÓRICA

Há ainda características dentro dos quatro evangelhos que os marcam como história verídica; nem lenda nem propaganda fictícia. Considere que o escritores dos evangelhos põem os discípulos que mais se destacaram em pouca luz (Mateus 14:30, Marcos 9:33, Lucas 22:54). Note também que eles incluíram palavras duras de Jesus que, na verdade, repeliam muitos ouvintes (Mateus 21:28, Lucas 9:23, João 8:39).

Uma distinção dos quatro evangelhos é que seu famoso tesouro de boas novas não repousa explicitamente na superfície, mas esconde-se por trás do desafio (Marcos 8:34, João 12:25)[9] e ameaça (Mateus 25:31f). Tais características teriam tido efeitos contrários para os propagandistas. Sua presença nos quatro evangelhos evidenciam o desejo dos evangelistas de dizer a verdade, embora constrangedora ou incômoda.


O TEXTO DO NOVO TESTAMENTO ESTÁ FIRMEMENTE ESTABELECIDO

Alguns expressam sua preocupação de que a Bíblia possa ter sido alterada através dos séculos. É a esse assunto que os críticos textuais se referem. Eles têm descoberto manuscritos completos e partes de outros, uma porção datando do início do séc. II. O Novo Testamento tem um suporte textual muito melhor do que as obras de Platão, Aristóteles, Heródoto, ou Tácito,[10] cujos conteúdos ninguém questiona seriamente. Somado a isso, os documentos do Novo Testamento sempre foram públicos, e amplamente disseminados. Dessa forma, seria impossível para qualquer grupo modificar o seu conteúdo materialmente, como a Declaração da Independência, por exemplo, que, como documento público, não poderia ter sido particularmente alterado sem levantar notoriedade e criar um furor público. Sir Frederic Kenyon, ex-diretor do British Museum, comenta:

    "O intervalo entre as datas da composição original e a mais antiga evidência subsistente [i.e. nossos mais antigos manuscritos] é tão pequeno que chega a ser desprezível, e o último alicerce para quaisquer dúvidas de que as Escrituras chegaram a nós substancialmente do modo como elas foram compostas têm agora sido removidas."[11]
Concluindo, não é necessário que o Novo Testamento seja tratado como um caso particular dando-lhe as costas devido à sua alegação especial. Simplesmente permita-se-lhe estar sujeito aos mesmos padrões histórico-críticos que os historiadores clássicos aplicam à literatura secular. Quando igual tratamento é permitido, os evangelhos passam natural e plenamente no teste.[12]


REFERENCIAS AND NOTAS DE RODAPÉ

  1. N.T. Wright de Oxford diz que os quatro evangelhos canônicos se encaixam no vasto gênero de biografia helênica. Veja N.T. Wright, Who Was Jesus? [Quem Foi Jesus?] (Wm. B. Eerdmans Pub. Co., 1992), p. 73f. [acima]

  2. Sir William Ramsey, St. Paul the Traveller and Roman Citizen [São Paulo o Viajante e Cidadão Romano] (Grand Rapids, Michigan: Baker Book House reprint; 1949 das palestras de 1894). Com a intenção de desacreditar os escritos de Lucas, no último século, este hostil estudioso viajou por todo o Mediterrâneo. Mas ele se impressionou ao descobrir que seus achados arqueológicos confirmavam a plena exatidão dos costumes, locais, e títulos governamentais (e.g. “magistrados” Atos 16:35; "procônsul" Atos 18:12) que Lucas tinha mencionado. Estes variavam grandemente de região para região. Ramsey conclui, "Grandes historiadores são os mais raros dos escritores...[Eu reconheço Lucas] entre os historiadores de primeira classe." (pp. 3-4) [acima]

  3. W.F. Albright, The Archaeology of Palestine and the Bible [A Arqueologia da Palestina e a Bíblia] (Revell, 1935), p. 127. [acima]

  4. Raymond Brown, The Gospel According to John I-XII [O Evangelho Segundo João I-XII] (New York: Doubleday, 1966), p. XLII. [acima]

  5. “Sincronia” significa a junção de eventos separados numa só linha do tempo. [acima]

  6. A.N. Sherwin-White, Roman Society and Roman Law in the New Testament [A Sociedade Romana e o Direito romano no Novo Testamento] (Oxford, 1963). Sherwin-White é um renomado historiador de Oxford que escreve: "é impressionante que enquanto os historiadores greco-romanos vêm crescendo em confiabilidade, o estudo das narrativas dos evangelhos no século XX, partindo de materiais não menos promissores, tem dado uma curva tão sombria no desenvolvimento da crítica de forma... que o grau de confirmação, em termos greco-romanos, é menor para os evangelhos que para [O Livro de] Atos, devido... a diferenças em sua localização regional. Tão logo Cristo entra na órbita romana de Jerusalém [e.g., Herodes e Pôncio Pilatos] a confirmação se inicia. Para Atos [escrito por Lucas], a confirmação de historicidade é assombrosa." (p. 107f) [acima]

  7. "Sinótico" significa descrever Jesus de forma similar (sin = junto; optos = visão). [acima]

  8. Gary Habermas, The Verdict of History [O Veredito da História] (Nashville, Tennessee: Thomas Nelson Publishers, 1988), p. 169. [acima]

  9. G.K. Chesterton, Orthodoxy [Ortodoxia] (Image, 1959), p. 157. [acima]

  10. O mais perto que pudemos chegar dos documentos originais de cada um dos escritores escritores seculares clássicos mencionados foi entre 900 e 1300 anos. Por outro lado, o Fragmento do Novo Testamento “João Rylands”, contendo João 18:31-33, tem sido datado já por volta de 115 D.C. Manuscritos completos do Novo Testamento podem ser datados dentro de 300 anos de seu fechamento. Livros virtualmente completos do Novo Testamento, bem como fragmentos extensos, podem ser datados até 100 anos de seu desfecho. Aproximadamente o Novo Testamento inteiro pode ser encontrado em citações dos escritores cristãos primitivos. Veja Frederick Fyvie Bruce, The New Testament Documents: Are They Reliable? [Os Documentos do Novo Testamento: São Confiáveis?] (Downer's Grove, IL: InterVarsidade Press, 1972), p. 14f. [acima]

  11. Frederick Fyvie Bruce, The New Testament Documents: Are They Reliable? [Documentos do Novo Testamento: São Confiáveis?] (Downer's Grove, IL: InterVarsity Press, 1972), p. 20. [acima]

  12. O historiador militar C. Sanders aponta três testes em seu Introduction to Research in English Literary History [Introdução à Pesquisa em História Literária Inglesa] (New York: Macmillan, 1952), p. 143f. E Behan McCullagh cita sete fatores como critério para análises de documentos históricos.[a] Utilizando-se desses grupos de critérios, João Warwick Montgomery[b] e William Lane Craig[c] respectivamente, defendem os relatos evangélicos da vida, morte, e ressurreição de Jesus de modo inequívoco. O conhecido historiador clássico de Oxford, Michael Grant, escreve, "Se nós aplicarmos os mesmos critérios que nós aplicaríamos a fontes literárias antigas, as evidências são firmes e plausíveis o bastante para levar à conclusão de que o túmulo foi realmente achado vazio."[d] E Paul Meier escreve, "Se todas as evidências forem pesadas cuidadosa e justamente, é realmente justificável, segundo o cânones de pesquisa histórica, concluir que [o túmulo de Jesus] estava verdadeiramente vazio... E ainda nenhuma sombra de evidência fora encontrada em fontes literárias, epígrafe, ou arqueologia que pudesse contrariar esta afirmação."[e] [acima]

    [Leia também os fatos sobre as críticas do “The Jesus Seminar” (Seminário de Jesus)] (in English)

    • a. C. Behan McCullagh, Justifying Historical Descriptions [Justificando Descrições Históricas] (Cambridge University Press, 1984), p. 19f.
    • b. John Warwick Montgomery, History and Christianity [História e Cristianismo] (Bethany, 1965).
    • c. William Lane Craig, "Did Jesus Rise From the Dead?" [Jesus Ressuscitou dos Mortos?] in M. Wilkins and J.P. Moreland, editors, Jesus Under Fire [Jesus Sob Ataque] (Grand Rapids, Michigan: Zondervan, 1995), p. 141f.
    • d. Michael Grant, Jesus: An Historian's Review of the Gospels [Jesus, Uma Revisão dos Evangelhos por um Historiador] (Scribners, 1977), p. 176.
    • e. Paul Meier, "The Empty Tomb as History," Christianity Today ["O Túmulo Vazio como História" - Revista Cristianismo Hoje] (March 28, 1975), p. 5.

[ Se essas informações têm-lhe sido úteis, considere, por favor, em oração fazer uma doação para ajudar-nos a arcar com os custos de fazer deste serviço de edficação da fé disponível para você e para sua família! Doações são deduzidas de impostos. ]

Traduzido por Avelar Guedes Junior
Autor: Rev. Gary W. Jensen, M.Div. Editor: Paul S. Taylor, Eden Communications. Fornecido por Eden Communications.Copyright © 1998, Todos os direitos reservados - exceto como notado na página “Usos

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Moedas do tempo de José?





Recebi este e-mail dias atrás: “Caro, Michelson, fiquei sabendo há pouco tempo de duas descobertas importantes sobre a Bíblia, que são o Palácio de Davi e as supostas moedas do Egito com o nome do imp

erador José gravadas nelas, que seriam uma verdadeira ‘bomba atômica’ nas alegações de Israel Finkelstein, que poderiam ir para o espaço de vez. Você poderia me dizer se essas descobertas foram confirmadas de fato?”

O fato de nesta semana eu estar aqui no Unasp cursando Arqueologia Bíblica com o meu orientador de mestrado, o Dr. Rodrigo Silva, veio a calhar. Falei com ele sobre esses achados e ele fez uma rápida pesquisa, chegando às seguintes conclusões, as quais resolvemos partilhar com você, leitor deste
blog, e, quem sabe, ajudar a impedir que sejam espalhadas inverdades que apenas denigrem a reputação dos seguidores e pregadores da Bíblia:

1. A descoberta do Palácio de Davi é fato. O jornal Folha de S. Paulo, em sua edição de 06/08/05, traz a seguinte notícia: “Uma arqueóloga israelense diz ter descoberto em Jerusalém Oriental o lendário palácio do rei bíblico Davi... A descoberta é rara e importante: um grande edifício público do século 10 a.C., junto com fragmentos de cerâmica da época de Davi e Salomão e um sinete (usado para carimbar documentos) que pertenceu a um funcionário mencionado no livro do profeta Jeremias. A descoberta provavelmente vai se tornar mais um argumento numa das maiores controvérsias da arqueologia bíblica.”
2. Já as tais moedas com o rosto e o nome de José são, na verdade, um grande mal-entendido. A informação proveio do jornal egípcio Al-Ahram, via site Memri. Outro site que repercutiu o assunto foi o Urban Christian News. Este até publicou uma foto, dando uma tremenda “barrigada” jornalística. As moedas da imagem são, na verdade, gregas e trazem a inscrição “Basileos Ptolomaios”. Nada de hieróglifos. Detalhe: José viveu por volta do ano 1850 a.C., enquanto Ptolomeu viveu no terceiro século a.C.

3. No tempo de José não havia moedas. As fotos do site árabe são escaravelhos entalhados em alabastro e em pedra, e definitivamente
não se trata de moedas. A moeda foi inventada no 8º século a.C. pelos lídios. Ademais, onde estão o rosto e o nome de José nesses artefatos?

4. José não era faraó. Como teria uma moeda esculpida com seu nome e rosto? (Além do que, por ser judeu, não consentiria como esse tipo de homenagem pictográfica.)

5. O Dr. Sa’id Mahammad Thabet, que é muçulmano, parece mais é querer provar a exatidão do Alcorão, que na Sura 12:20 diz que os irmãos de José o “venderam por um preço baixo, um número de moedas de prata”. Muito material do Alcorão é “emprestado” da Bíblia, que é be
m mais antiga que o livro sagrado dos islâmicos. O que ocorre neste caso específico é uma corruptela da tradução mal feita do texto bíblico de Gênesis 37:38: “Passando, pois, os mercadores midianitas, os irmãos de José, alçando-o da cisterna, venderam-no por vinte ciclos de prata aos ismaelitas, os quais o levaram para o Egito” (Almeida Contemporânea). A versão Almeida Revista e Atualizada traz a palavra “moedas” em lugar de “ciclos”. Ocorre que o original hebraico traz apenas “vinte de prata”. A palavra shekels (= peças, pedaços, peso ou ciclos) foi um acréscimo posterior ao texto original. O Alcorão, baseado numa tradução bíblica imprecisa, colocou “moedas”.

6. O que Thabet faz é tentar “salvar” o texto corânico, indo na contramão de outros estudiosos, ao afirmar que há textos da 3ª, da 6ª e da 12ª dinastias que mencionam moedas. Só que ele usa a palavra deben, que, à semelhança de shekel, era também usada para se referir à medida de peso (como o futuro talento) e pesava 21 gramas.

Fica aqui, mais uma vez, a advertência para que não espalhemos informações imprecisas (e/ou até inverídicas) por aí. O leitor fez bem em me enviar o e-mail em busca de mais informações. Presta-se um grande desserviço quando se usam boatos infundados para tentar validar a Bíblia. Com isso, cristãos conseguem o efeito contrário e dão ainda mais munição para os críticos de plantão.[MB

Fonte Arqueologia Bíblica
Jesus A Simples Verdade
]

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Descoberta pode ajudar a reescrever história cristã


Uma antiga coleção de 70 livros pequenos, cada um com 5 a 15 páginas de chumbo, pode desvendar alguns segredos dos primórdios do cristianismo. Para os estudiosos de religião e de história, trata-se de um tesouro sem preço. Ziad Al-Saad, diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia chegou a dizer que pode ser a “descoberta mais importante da história da arqueologia”. Embora ainda estejam divididos quanto à sua autenticidade, especialistas acreditam que se trata da maior descoberta da arqueologia bíblica desde que foram encontrados os Rolos do Mar Morto, em 1947. Os livros foram descobertos há cinco anos em uma caverna (foto) em uma região remota da atual Jordânia. Acredita-se que pertenciam a cristãos que fugiram após a queda de Jerusalém no ano 70 d.C. Documentos importantes do mesmo período já foram encontrados no mesmo local.

Testes iniciais indicam que alguns desses livros de metal datam do primeiro século. A estimativa é baseada na forma de corrosão que atingiu o material, algo que especialistas acreditam ser impossível reproduzir artificialmente. Quando os estudos forem concluídos, esses livros podem entrar para a história como alguns dos primeiros documentos cristãos, antecedendo até mesmo os escritos atribuídos ao apóstolo Paulo.

A maioria das páginas desses livros metálicos é do tamanho de um cartão de crédito. Os textos estão escritos em hebraico antigo, sendo a maior parte em um tipo de código. O britânico David Elkington, acadêmico de arqueologia e de história religiosa antiga, foi um dos poucos a ter examinado os livros. Ele acredita que essa pode ser “a maior descoberta da história cristã”. “É algo de tirar o fôlego pensar que temos acesso a objetos que podem ter pertencido aos santos dos primórdios da Igreja”, disse ele.

Após ter sido descoberto por um beduíno da Jordânia, o tesouro foi adquirido por um beduíno israelense, que está sendo acusado de contrabandeá-lo para Israel, onde está hoje. O governo jordaniano está tentando repatriar as relíquias, mas sem sucesso.

Philip Davies, professor emérito de estudos bíblicos da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, disse haver fortes evidências de que os livros têm uma origem cristã e mostram mapas da Jerusalém do primeiro século. “Há obviamente imagens cristãs. Há uma cruz em primeiro plano, e por trás dela o que tem pode ser o túmulo [de Jesus], uma pequena construção com uma abertura, e atrás disso os muros da cidade… É uma crucificação cristã que ocorreu fora dos muros da cidade.”

A doutora Margaret Barker, ex-presidente da Sociedade de Estudos do Antigo Testamento, explica: “O livro do Apocalipse fala de um livro selado que seria aberto somente pelo Messias. Outros textos da época falam sobre livros de sabedoria selados e de uma tradição secreta transmitida por Jesus aos seus discípulos mais próximos. Esse é o contexto dessa descoberta. Sabe-se que, pelo menos em duas ocasiões, grupos de refugiados da perseguição em Jerusalém rumaram para o leste, atravessaram a Jordânia, perto de Jericó e foram para a região onde esses livros agora foram achados.”

Para ela, outra prova de que o material é cristão e não judaico é o fato de os escritos estarem em formato de livros, não de pergaminhos. “Os cristãos estão particularmente associados com a escrita na forma de livros. Eles guardavam livros como parte de uma tradição secreta do início do cristianismo… Caso se confirmem as análises iniciais, esses livros poderão trazer uma luz nova e dramática para a nossa compreensão de um período muito significativo da história, mas até agora pouco conhecido.”

Ela se refere ao período entre a morte de Jesus e as primeiras cartas do Apóstolo Paulo. Há referências históricas a alguns desses acontecimentos, mas quase nenhum material deixado por quem realmente vivenciou o surgimento da igreja cristã. Essa descoberta sanaria muitas das dúvidas levantadas por outros estudiosos sobre a veracidade dos relatos da existência do que comumente é chamado de “o Jesus histórico”.

(Pavanews, com informações de BBC e Daily Mail)

Jesus A Simples Verdade

domingo, 2 de outubro de 2011

JESUS CRISTO: O TEMA DA BÍBLIA

A bíblia está repleta de Jesus Cristo. A maior parte das profecias bíblicas o trazem como tema, ele é a figura principal da Bíblia, Autor da Criação, Remidor dos nossos pecados, é aquele por meio de quem tudo se fez e por quem tudo subsiste, Senhor nos céus e na terra.

As escrituras registram vários eventos relacionados à pessoa de Jesus Cristo e ao seu ministério terreno. Desde o seu nascimento até a sua segunda vinda e seu reino, tudo foi predito do Gênesis até ao Apocalipse. Seria da raça humana, da semente da mulher (Gn 3.15), dentre essas raças uma seria escolhida para dela sair o libertador, que seria a raça de Sem (Gn 9.26). E dessa raça (descendência de Abraão), (Gn 12.3) seria escolhida uma tribo (Gn 49.10,110) e da descendência dessa tribo uma família, a de Davi (2Sm 7.16) e da descendência dessa família, uma virgem (Is 7.14). Para que isso acontecesse, Deus movimentou todos os povos, raças, governos e na plenitude dos tempos o cumpriu (Gl 4.4).

TEXTO BÍBLICO BÁSICO: (João 1.15,16,17 e 44,45).

“João testificou dele, e clamou dizendo: este era aquele de quem eu dizia: o que vem depois de mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu”.

E todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça.

Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.

E Filipe era de Betsaida, cidade de André e Pedro.

Filipe achou Natanael, e disse-lhe: havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na lei, e os profetas: “Jesus de Nazaré, filho de José”.

EM GÊNESIS, ELE É O DESCENDENTE DA MULHER.

Foi no Éden que Deus prometeu à humanidade um libertador, um Salvador (Gn 3.15). A promessa foi repetida a Abraão (Gn 22.15 a 18) e a mesma promessa foi dada por intermédio de Jacó na hora da sua morte (Gn 49.10,11). Porém estudaremos acerca da promessa feita em Gênesis 3.15.

Este versículo nos apresenta duas sementes ou dois descendentes.

Semente da mulher: Jesus Cristo.

E a semente da serpente: o Antcristo.

Promessa da semente da mulher: Isaías 7.14.

Cumprimento da promessa ou nascimento dessa semente: Mt 2.1,2; Mt 1.18 a 25.

A serpente de Gênesis 3.15 é o diabo e Satanás. Veja Ap 12.9 e 20.1,2.

A semente da serpente de Gênesis 3.15 é o Anticristo. Veja 2Ts 2.1 a 9.

A semente da mulher fere a cabeça da serpente: Lucas 10.19,20.

EM ÊXODO, ELE É O CORDEIRO PASCOAL.

Êx 12.21 a 23. O Cordeiro de Ex 12 foi sacrificado para salvar da morte os primogênitos por meio do seu sangue, conforme o texto.

É um tipo idêntico de Cristo, que é o cordeiro de Deus, que foi sacrificado para salvação de muitos. Veja João 1.29, Ap 7.14, Ap 22.14.

OBS: Cristo é a verdadeira Páscoa: I Coríntios 5.7.

EM LEVÍTICO, ELE É O SACRIFÍCIO EXPIATÓRIO.

Lev 16.7 a 10, 21 a 23.

O bode emissário de levítico 16 é um tipo ou figura de Cristo, que levou sobre si os pecados de Israel ao deserto, como Cristo levou os nossos ao esquecimento de Deus.

Veja a semelhança: em Levítico 16.8, Aarão escolhe dois bodes e lança sorte sobre eles e em Mateus 27.15 a22, também foram postos Jesus Cristo e Barrabás à sorte para que o povo escolhesse um deles e escolheram Barrabás, entregando Cristo à morte.

Outra semelhança: o bode emissário leva sobre si todas as iniqüidades e transgressões de Israel ao deserto como Cristo levou as nossas. Veja Isaías 53.1 a 5; I Pedro 2.24.

EM NÚMEROS, ELE É A ROCHA FERIDA. NUM 24.17.

Números 20.7 a11 – A rocha que foi ferida simbolizava Jesus Cristo.

Veja I Coríntios 10.1 a 4.

Jesus Cristo (a Rocha) convida a beber dele: Jo 7.37.

A igreja e o Espírito Santo convidam a beber da água da vida, que é cristo: Ap 22.17.

EM DEUTERONÔMIO, ELE É O PROFETA.

Deuteronômio 18.15 a19.

O profeta de quem Moisés falou é Jesus Cristo. Veja Atos 3.19 a 26.

Jesus cristo era mesmo profeta. Veja Lucas 24.13 a 19 e João 4.1 a 19, Jo 9.17.

EM JOSUÉ, ELE É O CAPITÃO DOS EXÉRCITOS DO SENHOR.

Josué 5.13 a 15.

A primeira coisa que evidencia que o anjo que apareceu a Josué era Cristo é o fato de ele ter recebido adoração, o que os anjos não fazem. Veja Ap 22.8,9, nem homens também Atos 10.25,26.

Somente Cristo recebe adorações, tanto de homens como de anjos.

Veja Mateus 15.22 a 25; 28.9.16 e 17; Marcos 5.6; Hebreus 1.6; João 9,35 a 38.

Também o capitão dos exércitos do Senhor falou como Deus, fazendo exigência. Veja Êxodo 3.1 a5.

EM JUÍZES, ELE É O LIBERTADOR.

Em Juízes cap 13 ele veio anunciar liberdade. Leia todo o capítulo.

O versículo 18 demonstra o nome de Cristo. Leia Isaías 9.6

NAS CRÔNICAS, ELE É O REI PROMETIDO.

Em I Crônicas 17.11 a 15, vemos a promessa dum rei.

Em I crônicas 17.13, Deus refere-se a este rei prometido como sendo seu filho ele Deus seu pai e Deus nunca chamou a ninguém filho, se não seu filho Jesus Cristo. Leia Hebreus 1.5.

Lucas 1.33 fala acerca da confirmação do reino de Cristo para sempre como foi confirmado o reino do rei de I cr6onicas 17.11 a 15.

EM ESTER, ELE É O ADVOGADO.

No livro de Ester, Jesus Cristo não aparece claramente como nos demais livros, porém aparece na pessoa da rainha Éster e também na pessoa do Judeu Mardoqueu, segundo homem no reino do rei Assuero, que juntos, advogam a causa dos Judeus perante o rei, livrando-os das mãos do malvado Hamã, que intenta destruir os judeus.

No livro de Éster não se menciona nenhuma vez o nome de Deus, embora seja muito notória sua operação em favor do seu povo.

EM JÓ, ELE APARECE COMO NOSSO REDENTOR.

Jô 19.23 a 27 – 16-21.

NOS SALMOS, ELE APARECE DE VÁRIAS MANEIRAS:

No Salmo 2, ele aparece como:

Ungido: Sl 2.2

Rei: Sl 2.6; Mateus 21.5

Filho: Sl 2.7; Hebreus 1.5

No Salmo 22.1 a 19 ele aparece como sofredor.

No Salmo 45 ele aparece como Deus que ama a justiça e aborrece a impiedade: Salmo 45. 6,7; Hb 1.8,9

No Salmo 110, ele aparece como Senhor e Sacerdote eterno: Salmo110. 1 a 4; Hb 1.13; Atos 2.34 a 36. (sacerdote eterno Hb 6,20. ler por ultimo).

Mateus 22.41 a 45 comprova as palavras de Salmo 110.1 a 4.

EM PROVÉRBIOS, ELE É A SABEDORIA DE DEUS.

I Cor 1.24 e 30.

Provérbios cap. 8

Prov. 8,22 comprovado em João 1.1

Prov. 8.25 comprovado em Jô 15.7

Prov. 8.30 comprovado em João 1.2

Prov. 8.26 a 31 comprovado em João 17.5

EM CANTARES, ELE É O NOSSO AMADO.

O livro de Cantares é um livro simbólico. Retrata em todos os seus 8 capítulos o amor de Cristo pela igreja e o amor da igreja por Cristo. A pessoa de Jesus Cristo é bem notável neste livro em todos os seus capítulos, onde Jesus Cristo aparece como nosso Amado.

Cantares 1.13

Ler todo o capítulo 2.

A igreja à procura de Cristo: Cantares 3.1 a 5.

O capítulo 4 é uma declaração notável do amor do nosso esposo, que é Cristo, pela esposa, que é a igreja.

Ler todo o capítulo 5.

Ler capítulo 6.1 a 3.

EM ECLESIASTES, ELE É O ALVO VERDADEIRO.

Pela Palavra de Deus, nós sabemos que Jesus é a Sabedoria de Deus (I Cor. 1.24 e 30), e que esta sempre foi o Alvo de Salomão como vemos neste livro.

Salomão pede sabedoria: II Crônicas 1.7 a 12. Vemos aí que Salomão poderia ter escolhido muitas outras coisas, porém, o seu alvo foi sabedoria.

Em Eclesiastes, a sabedoria é o verdadeiro alvo de Salomão. Depois de ter Salomão observado tudo o que os homens fazem debaixo do sol e todas as obras, tanto de homens como de Deus, passou a contemplar a sabedoria: Eclesiastes 2.11 a 13.

Também a buscar a sabedoria: Eclesiastes 7.25

A exaltar a sabedoria: Eclesiastes 7.11 e 19

A conhecer a sabedoria: Eclesiastes 8.16

Percebeu que a sabedoria dá vida aos homens: Ecl 7.12 e que a sabedoria faz brilhar o rosto: Ecl 8.1

OBS: A SABEDORIA é pronunciada 30 vezes neste livro.

NOS PROFETAS, ELE É O MESSIAS PROMETIDO.

O nome Messias significa UNGIDO. Nos profetas o Messias, que é o ungido de Deus para a salvação dos povos, aparece muitas vezes e de várias maneiras com muitos títulos e nomes. Vejamos alguns:

Companheiro de Deus: Zc 13.7

Conselheiro, Deus Forte, Maravilhoso,

Pai da eternidade, Príncipe da paz Isaías 9.6

Emanuel: Isaías 7.14 Mateus 1.22.23

Eleito: Isaías 42.1 a 7

Pendão dos Povos: Isaías 11.10 Romanos 15.12

Governador dos Povos: Isaías 55.4

Homem de Dores: Isaías 53.3

Poderoso para Salvar: Isaías 63.1

Renovo de Justiça: Jeremias 33.15; Jeremias 23.5,6

Santo dos Santos: Daniel 9.24

O Desejado: Ageu 2.6,7

Renovo: Isaías 11.1 a 4; Isaías 4.2; Zacarias 3.8,9 e 10; Zacarias 6.12,13.

Senhor: Miquéias 5.2; Mateus 2.4.5.6.

Servo do Senhor: Isaías 52.13,14 e 15

Rei: Zacarias 9.9 cumprimento desta profecia: Mt 21.1 a 5.

PROFECIAS ACERCA DE CRISTO

A vida de Jesus Cristo foi uma vida singular, digna de toda observação e imitação!

Do ventre de sua mãe ao seu trono nos céus, os seus passos, as suas palavras e seus atos foram preditos com antecedência de séculos em alguns casos e em outros com antecedência de meses.

Ao longo das escrituras, podemos observar que cerca de 300 detalhes proféticos se cumpriram na pessoa de Jesus Cristo durante os 33 anos de sua existência terrena. Outros, porém, ultrapassaram o seu período de vida terrena. Vejamos Alguns:

Seria concebido no ventre de uma virgem.

Profetizado em: Isaías 7.14 / Cumpriu-se em Mateus 1.22,23

O local de seu nascimento seria Belém

Profetizado em: Miquéias 5.2 / Cumpriu-se em Mateus 2.4,5,6

Seu nome pessoal seria Jesus

Profetizado em: Lucas 1.31 / Cumpriu-se em: Lucas 2.21

Seria conhecido como Nazareno

Profetizado em: / Cumpriu-se em: Mateus 2.23

Seria visitado por embaixadores reais

Profetizado em: Salmo 72.10 / Cumpriu-se em: Mateus 2.1 a 12

Seria peregrino no Egito

Profetizado em: Oséias 11.1 / Cumpriu-se em Mateus 2.15

Sua fuga seria precedida pela morte de inocentes

Profetizado em: Jeremias 31.15 / Cumpriu-se em: Mateus 2.17,18

Seu ministério seria precedido por um precursor

Profetizado em: Isaías 40.3 / Cumpriu-se em João 1.19 a 23

Sua residência seria nos confins de Zebulom e Naftali

Profetizado em: Isaías 9.1 / Cumpriu-se em: Mateus 4.13,14,15

Seria um grande profeta

Profetizado em: Deuteronômio 18.18 / Cumpriu-se em: Atos 7.37

Seria um sacerdote

Profetizado em: Salmo 110.4 / Cumpriu-se em: Hebreus 5.10

Seria um rei ungido

Profetizado em: Salmo 2.6 / Cumpriu-se em João 18.37 e At 4.25,26

Como homem seria feito menor que os anjos

Profetizado em: Salmo 8.5 / Cumpriu-se em: Hebreus 2.9

Seria ungido para pregar

Profetizado em: Isaías 61.1 / Cumpriu-se em: Lucas 4.17,18,21

Seria ungido mais do que seus companheiros

Profetizado em: Salmo 45.7 / Cumpriu-se em: Hebreus 1.9

Ensinaria por meio de parábolas

Profetizado em: Salmo 78.2 / Cumpriu-se em: Mateus 13.34,35

Sua voz seria suave, não seria ouvida nas ruas nem nas praças

Profetizado em: Isaías 42.2 / Cumpriu-se em: Mateus 12.16 a 19

Seria reputado como um estranho para com seus irmãos

Profetizado em: Salmo 69.8 / Cumpriu-se em: João 7.5

Israel rejeitaria seus ensinos

Profetizado em: Isaías 6.9,10 / Cumpriu-se em: Mateus 13.13 a 15

Teria grandíssimo zelo pela casa do Senhor

Profetizado em: Salmo 69.9 / Cumpriu-se em: João 2.17

Levaria nossas enfermidades em seu corpo

Profetizado em: Isaías 53.4 / Cumpriu-se em: Mateus 8.14 a 17

Seria traído por um amigo

Profetizado em: Salmo 41.9 / Cumpriu-se em: João 13.18

Esse amigo o venderia por trinta moedas

Profetizado em: Zacarias 11.12 a 14 / Cumpriu-se em: Mt 27.9,10

Esse amigo se perderia

Profetizado em: Salmo 109.7,8 / Cumpriu-se em: João 17.12 e At 1.20

Seria ferido e suas ovelhas se dispersariam

Profetizado em: Zacarias 13.7 / Cumpriu-se em: Mt 26.31

Seus pés e mãos seriam transpassados

Profetizado em: Salmo 22.16 / Cumpriu-se em João 19.37

Seus vestidos seriam repartidos

Profetizado em: Salmo 22.18 / Cumpriu-se em: João 19.24

Seria contado como um malfeitor

Profetizado em: Isaías 53.12 / Cumpriu-se em: Marcos 15.28

Seria zombado na cruz

Profetizado em: 22.7,8 / Cumpriu-se em: Marcos em: Marcos 15.29

Sentiria sede na cruz

Profetizado em: Salmo 69.21 / Cumpriu-se em: João19.28,29

Seus ossos não seriam quebrados

Profetizado em: Salmo 2.17, 34.20 / Cumpriu-se em: João 19.36

Seu corpo seria sepultado por um homem rico

Profetizado em: Isaías 53.9 / Cumpriu-se em: Mt 27.57 a 60

Sua alma não ficaria no Hades

Profetizado em: Salmo 16.10 / Cumpriu-se em: Atos 2.31

Ascenderia ao céu

Profetizado em: Salmo 68.18 / Cumpriu-se em: Efésios 4.8

Assentar-se-ia no trono com o Pai

Profetizado em: Salmo 110.1 / Cumpriu-se em: Mt 22.44 e Heb 1.13

NOS EVANGELHOS, ELE JÁ É O SALVADOR DO MUNDO.

I João 4.13,14

Todos os livros da Bíblia fazem menção ao salvador prometido desde a antigüidade. Porém, os evangelhos registram com grande fidelidade, fatos importantíssimos acerca da pessoa de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo: seu nascimento, sua infância, seu ministério terreno e por fim, sua morte redentora na cruz do calvário.

O capítulo 20, versículos 30 e 31 do Evangelho segundo S. João declara de forma inequívoca as finalidades para as quais os Evangelhos foram escritos, que são: levar aos homens o conhecimento do reino de Deus e a salvação bendita no nome de Jesus Cristo.

Vejamos algumas referências bíblicas que declaram Cristo como Salvador do mundo.

Mateus: 1.21

Marcos: 10.45

Lucas: 2.10,11

João: 3.16,17-4,42

NOS ATOS, ELE É O CRISTO RESSURRETO E PODEROSO.

O livro de Atos está cheio de muitas e infalíveis provas acerca de Jesus Cristo Ressurreto e poderoso. A passagem de Atos 1.3 afirma que Jesus Cristo, depois de ter padecido a morte, apresentou-se vivo, o que prova cabalmente que ressuscitou. Leia AOTS 1.3.

Na passagem de Atos 1.5 a 8, Jesus Cristo, ressuscitado e cheio de poder fez a promessa de repartir conosco o seu poder, dando-nos a virtude do Espírito Santo. Leia ATOS 1.5 a 8.

Também Atos 2.22 a 24 nos mostra um Cristo ressurreto e poderoso.

Atos 10.40 a 43 nos mostra um Cristo, que depois de vencer a morte, apresentou-se vivo e com poder suficiente para julgar vivos e mortos e também para perdoar pecado. Atos 10.40 a 43.

Outra prova da poderosa ressurreição de Cristo está em: Atos 13.29 a 32.

Depois de ressuscitado e de provada a sua ressurreição, Jesus Cristo foi recebido no céu à destra de Deus. Atos 1.9 a 11.

NAS EPÍSTOLAS, ELE É O CABAÇA DA IGREJA.

As Epistólas são uma constante exaltação ao nome do Senhor Jesus Cristo. De todas as formas o apontam como Salvador do corpo e cabeça da igreja. Efésios: 1.22 / 4.13 a 16 / 5.22,23.

Colossenses: 1.16 a 19 / 2.18,19.

I coríntios: 11.3 para complementar Mateus 21.42.

NO APOCALIPSE, ELE É O ALFA E O ÔMEGA. E O CRISTO QUE VOLTA PARA REINAR.

O Alfa e o Ômega: Ap. 1.8 / 21.5,6,7 / 22.13

O Cristo que volta para reinar: Ap. 1.7 / 3.11 / 22.7 / 22.12,20

A chave desse livro encontra-se no versículo inicial: Revelação de Jesus Cristo.

O propósito deste livro consiste em revelar o Senhor Jesus Cristo como o Redentor do mal.

A estrutura do Apocalipse fundamenta-se em quatro grandes visões, cada uma delas iniciada pela frase “em espírito”:

A primeira delas encontra-se em Ap 1.10 a seguir.

A seguida encontra-se em Ap 4.2 a seguir.

A terceira encontra-se em Ap 17.3 a seguir.

A quarta e última encontra-se em Ap 21.10, e contém um aspecto da pessoa de Jesus Cristo em sua capacidade de julgar o mundo, e revela também o senhor Jesus Cristo como O centro de tudo, do principio e do fim de todas as coisas, como o Alfa e o Ômega e finda-se com uma séria advertência que desperta a nossa atenção para a vigilância e obediência à sua palavra.

O MILÊNIO

HAVERÁ UM REINO TERRENO, MAS TRANSITÓRIO

(Apocalipse 20.1 a 6)

Este reinado será de Cristo com os salvos e dar-se-á no período entre a primeira e a última ressurreição: será o reino do milênio.

Apocalipse 20.6 diz:

“Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição: sobre esses não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele mil anos”.

A primeira ressurreição da qual fala Ap. 20.6, é a ressurreição dos santos, dos que morreram em Cristo e se dará junto com o arrebatamento da igreja; Veja I Tess. 4.16,17.

A segunda ressurreição se dará antes do milênio; Veja Ap. 20.5. será a ressurreição dos ímpios para o juízo final, o grande julgamento do trono branco: Ap. 20.11 a 15. Por isso diz a Bíblia: “Bem-aventurado o santo que tem parte na primeira ressurreição”.

É indispensável destacar, porém, que este reinado será passageiro aqui na terra; terá começo e terá fim – não eterno: só por mil anos, visto que esta terra será destruída e passará: Ap. 21.1.

Quando se iniciar o reino do milênio, Satanás será aprisionado por mil anos para que não mais engane as nações: Ap. 20.1 a 13.

Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão, e sairá a seduzir as nações: Ap. 20.7,8.

A finalidade deste reino passageiro será a manifestação da majestade de Cristo, seu poder, seu domínio sobre tudo e todos. Os ímpios verão os salvos reinando com Cristo e lamentarão a sua incredulidade e chorarão o seu desprezo a Cristo, ao seu povo e à sua mensagem. Eles verão a vitória de Cristo e de sua igreja.

“e então virá o fim, quando Cristo entregar o reino ao Deus o Pai, quando houver destruído todo o principado, toda a potestade e poder, porque convém que ele reine até que haja posto os seus inimigos debaixo dos seus pés”. I Coríntios 15.24,25.

O Diabo, o Usurpador, será derrotado, mas num ato de desespero diante da derrota que se aproxima, levará os ímpios a combaterem cristo numa batalha decisiva e final: Ap. 20.7 a10. Contudo descerá fogo do céu e consumirá os inimigos do Senhor.

Após isso acontecerá o juízo final: Ap. 20.11 a 15. Então veremos surgir o “Novo céu e Nova terra”, a Jerusalém Celestial – que descerá dos céus: Ap. 21.1,2. Nessa Nova Jerusalém o reino será eterno.

A finalidade desse estudo é exaltar Jesus cristo como Senhor único e mostrar a tantos quantos venham a ouví-lo que Jesus Cristo é o centro da Bíblia e que deve ser também o centro da nossa vida, aquele para quem a nossa fé esteja sempre voltada com coração sincero e espírito pronto.

Porque por ele, Jesus Cristo, alcançamos e remissão de pecados, porque também sobre ele estiveram os nossos pecados e transgressões.

E quando ele agonizava, nós nos alegrávamos, enquanto ele sofria em nós repousava paz de espírito e quando morreu por nós foi-nos concedida vida e vida em abundância. Por isso Deus o fez Senhor de tudo e centro de tudo, a quem seja dada, pois, Honra, Glória, Majestade, Poder e Ações de Graças para todo o sempre AMEM.

Por Luiz Antonio de Oliveira,

Jesus A Simples Verdade

sábado, 1 de outubro de 2011

Descoberto túmulo de São Filipe, apóstolo de Jesus


Um túmulo, que se crê ser de São Filipe, um dos 12 apóstolos, foi descoberto na cidade de Hierapolis, na Turquia.

Segundo a agência turca Anadolu, o professor italiano Francesco D'Andria, em comando da exploração, disse que arqueologistas encontraram o túmulo da figura bíblica, um dos 12 discípulos de Jesus, enquanto trabalhavam nas ruínas de uma Igreja recém descoberta.

"Há anos que procuramos o túmulo do apóstolo Filipe", disse o professor à agência. "Finalmente encontrámo-lo nas ruínas de uma Igreja, que começamos a explorar há um mês". A estrutura do túmulo e os dizeres escritos nas paredes provam que ele pertence a São Filipe. O professor disse ainda que os arqueólogos trabalhavam há anos com a esperança de encontrar o túmulo, e que esperam que este tenha um destino privilegiado para exposição.

São Filipe, reconhecido como um dos mártires do cristianismo, deve ter morrido em Hierapolis, segundo cientístas, por volta de 80 Dc. Acredita-se que tenha sido crucificado de cabeça para baixo, ou decapitado. O nome Hierapolis significa "cidade sagrada".

Fonte DN Globo

Jesus - A Simples Verdade