Jesus - a Simples Verdade

domingo, 18 de dezembro de 2011

Não ameis o mundo...


O texto para ser lido é I joão 2.15-17. O versiculo começa com uma simples advertência "Não ameis o mundo". O escritor se preocupou em informar seus leitores do perigo que cerca alguém que ama o mundo, e as coisas que no mundo há. Se alguém prefere amar o mundo e dedicar-se a ele de todo o seu coração, o amor do Pai Celestial não está nele. Há nesta advertencia o cuidado amoroso de orientar o crente a não se envolver na comunhão com o mundo tal como estão hoje os incrédulos na vaidade de seus pensamentos. Se alguém dentre nós ama o mundo mesmo provando da comunhão com os irmãos, o amor do Pai não está nele. Na verdade nunca conheceu a Deus, pois se o tivesse conhecido não andaria de mãos dadas com o mundo.
*O mundo aqui é o sistema de rebelião e orgulho que busca destruir a Deus e o seu governo. Logo quem deve ocupar a primazia no coração do cristão é Deus O Criador dos Céus e da terra. Um coração cheio de devoção a Deus é um coração obediente com a plenitude da Sua graça salvadora. Neste coração há o amor do Pai não somente na vida presente, mas na eternidade.
O mundo e seus desejos atrai e prende muitos em sua gaiola, João chama atenção para que não sejamos sugados por seus encantos efemeros e revela que tudo o que há no mundo como os desejos da carne, desejos dos olhos e a vanglória da vida são procedentes do mundo e não de Deus o Criador cujo Filho enviou para resgate de todos quantos em Cristo crerem.
O orgulho é uma doença que domina o homem carnal logo a vanglória elimina todos quantos procuram o amor do mundo da presença de Deus e do Seu amor. Os desejos palas coisas do mundo passam e não se pode confiar. No entanto mesmo com todas as advertências dadas por homens de Deus inspirados pelo Espirito Santo 2 Pe. 1.21, muitos não querem abandonar o que lhes está destruindo pouco a pouco - O amor ao mundo. Os desejos são tão fortes nas coisas desta vida que em questão de segundos eles mudam a cabeça do homem. **Quando o apostolo escreveu. "Demas, tendo amado o presente século" 2 Tm. 4.10, afirmou que demas o tinha abandonado, bem como a obra de Jesus Cristo; ele tinha abjurado. Porque "Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele" I Jo 2.15; está sob o dominio de alguém, o "principe deste mundo", e ama seu circulo de influência. Pensamos muitas vezes que a amizade do mundo" não é prejudicial e tentamos justificá-la com descupas, tais como: " eu sou aberto, para o mundo, não sou de mente estreita". No entanto, a amizade do mundo é um pecado perigoso; coloca-nos nas mãos do inimigo de Jesus". Temos que estar sob os cuidados de Deus para não cairmos nesta armadilha o laço do passarinheiro e ficarmos para sempre presos aos velhos rudimentos deste mundo vão. Cristo nos leva a fazermos a vontade de Deus e andarmos segundo os seus mandamentos, somente Ele nos dirigirá os passos para uma vida saúdavel espiritual. Sem compromisso com este século além do que Deus nos ensimou João 3.16, para exercermos com este mundo.

(*) Bíblia de Estudo Genebra pg 1510 Edição 1998 SBB
(**) livro Nunca Mais Serás o Mesmo Basilea Schlink, pg198, cap.44 , Editora Betânia 2ª edição 1981

Servo: Haroldo Azevedo

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Jesus nos liberta da miséria


Escrever é tudo para quem gosta. Ainda mais quando o centro do assunto é Cristo. Lembrar que antes eramos trevas e que estavamos mortos em nossos delitos e pecados e que hoje somos luz no Senhor pelo Santo Evangelho a nós anunciado nos trás prazer e alegria a alma. Os anos vão passando e cada dia se aproxima o grande instante em que cada salvo estará perante seu Senhor. E tudo isto pelo simples fato de crermos no Nome Santo de Jesus como nosso Único e Sufuciênte Salvador. Não me importa como Ele está sendo pregado o importante é que Ele está sendo anunciado para resgate de muitos tais como eu. A miseria humana é cruel e pensavamos que ela so existia no seio de nações pobres como a nossa especificamente nos morros e bairros perifericos onde a desordem agrupada a tantas obras más se multiplicam. No entanto a miseria humana está nos palácios, nas manções, nos grandes bairros da elite social poderosa, nos condominios fechados e em outros locais como cidades e paises qualificados como ricos financeiramente. A miséria faz parte da vida do homem, pois ela está dentro dele sendo sua companheira nos mais intimos procedimentos. Ela só é elimidada quando o homem com coração arrependido se humilha perante o Salvador pedindo perdão pelo seu pecado causador numero um da vida miseravel que o homem leva.
Jesus é a razão é o motivo da alegria para muitos que foram alcançados com as boas novas de salvação e foram libertos da morte. Só Jesus Liberta da miséria espiritual em que o homem pela própria desobeddiência vive.

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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Batismo em aguas





João não introduziu costume novo algum, quando batizava os seus discípulos no rio Jordão, pois que, entre os judeus, a imersão de todo o corpo, em água corrente, sendo possível, era um meio de limpar, em cerimonial, toda impureza (Is. 1.16).

Quanto ao batismo de Jesus, *veja Mt. 3.13 a 17, e referências. Além das cerimoniosas lavagens do corpo, havia, também, entre os judeus, o hábito de batizar os convertidos pergunta que lhe fizeram: ‘Então por que batizas, se não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?’ (João 1.25).
Eles não perguntaram: ‘Que novo rito é este?’ mas: ‘por que o administras tu?’ o batismo de prosélitos era, para os judeus, coisa natural, visto como consideravam impuros e imundos todos os gentios.

Na devida administração do batismo cristão a lavagem tornou-se o sinal da purificação da alma. Quando um gentio se convertia ao Judaísmo, era necessariamente batizado, porque toda a sua vida anterior tinha sido ritualmente impura. O batismo cristão era sinal de purificação moral, ao passo que o de João Batista era intermediário entre o ato cerimonial dos judeus e o emblemático e espiritual dos apóstolos.

Mas quanto ao cerimonial necessário no ato judaico ou no ato cristão, a imersão não era essencial - não é provável que os 3.000 convertidos no dia de Pentecoste fossem imersos, ainda que certamente o eram os discípulos de João Batista.
O batismo de João achava-se mais ligado às lavagens do cerimonial mosaico do que ao rito cristão. Ele próprio não pertencia ao número dos profetas, nem fez parte do colégio dos apóstolos. E, por essa razão, aqueles a quem João ou os seus discípulos batizaram eram outra vez batizados, quando se convertiam ao Cristianismo (Atos 19.1 a 5).

Aqueles que se arrependiam de seus pecados e aceitavam Jesus como Senhor de Suas vidas e Salvador de suas almas eram batizados em o nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo - conforme está escrito no último capítulo do Evangelho segundo Mateus. Mateus 28;19.

No Livro de Atos dos Apóstolos aparece o batismo só em nome de Jesus. O livro de Atos dos Apóstolos foi escrito por Lucas, que fora discípulo de Paulo. O Evangelho segundo Mateus foi escrito pela sua própria pessoa com base em Marcos , que por sua vez andou com Pedro.

A fórmula não define a salvação. Uma coisa porém é certa: o sangue de Jesus é o meio genuino que lava os pecados dos arrependidos e os liberta do poder de continuar pecando. O sangue de Cristo lava e purifica. A água é apenas um símbolo que lava a sujeira. IPedro 1;19 e IJoão 1;7.

O agente purificador não é a água - é o sangue de Cristo. Outra coisa: uma vez batizados no batismo ordenado por Jesus - não se torna batizar de novo, e de novo, até a pessoa parar de pecar. Batiza-se cristãos já arrependidos, salvos e libertos do pecado.

Se alguém continuar escravo dos vícios e do pecado depois que se batizar - é porque não houve arrependimento ainda. Enquanto não houver uma transformação por dentro não haverá água que baste. Um desperdício.

O batismo é para os cristãos já salvos e libertos do poder do pecado, razão pela qual Pedro, em Atos dos Apóstolos, ensinou: Arrependei-vos e depois sejam batizados. Atos 2;38. E, em outro lugar disse: Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados... Atos 3;19.

Uma Igreja que tem como fundamento o ensino apostólico não deve enganar ninguém. Ao arrepe
ndimento verdadeiro ( pelo testemunho ) segue-se o batismo nas águas, e ao batismo nas águas segue-se o Batismo no Espírito Santo.








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terça-feira, 8 de novembro de 2011

O universalismo/salvação universal é bíblico?








Resposta: Universalismo é a crença no fato de que todos serão salvos. Há várias pessoas hoje em dia que defendem o ponto de vista da “Salvação Universal” - a idéia de que todos os homens eventualmente irão para o Céu com o Senhor. Talvez seja o pensamento de homens e mulheres vivendo uma vida de tormento no inferno que faz com que alguns rejeitem o ensinamento das Escrituras nesta questão. Para alguns é a sua ênfase exacerbada no amor e na compaixão de Cristo que os levam a acreditar que Deus terá misericórdia de toda alma vivente. Mas as Escrituras ensinam que alguns homens irão passar a eternidade no inferno, enquanto outros irão passar a eternidade no Paraíso com o Senhor.

Antes de tudo, há prova de que os homens não redimidos irão habitar no inferno para sempre. As palavras do próprio Jesus confirmam que o tempo que os redimidos irão passar no Céu durará tanto quanto o tempo que os não redimidos irão passar no inferno. Mateus 25:46 diz: “E irão estes [não-redimidos] para o castigo ETERNO, porém os justos, para a vida ETERNA” (minha ênfase). Alguns acreditam que aqueles no inferno irão eventualmente cessar de existir, mas o Senhor mesmo confirma que irá durar para sempre. Este “fogo eterno” é mencionado anteriormente em Mateus 25:41 também. Em Marcos 9:44 Jesus diz que o inferno é onde “nem o fogo se apaga”. Ele nunca irá se apagar porque irá durar para sempre.

Como alguém pode evitar este “fogo que não se apaga”? Muitas pessoas acreditam que todos os caminhos levam para o Céu, ou consideram que Deus é tão cheio de amor e misericórdia que irá permitir que todos entrem no Céu. Enquanto Deus é certamente cheio de amor e misericórdia, foram estas qualidades que o levaram a enviar o Seu Filho, Jesus Cristo, para a terra para morrer na cruz por nós. Jesus Cristo é a porta exclusiva que leva a uma eternidade no Céu. Atos 4:12 diz: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”. 1 Timóteo 2:5: “Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos...”. Em João 14:6, Jesus diz: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. João 3:16: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que TODO O QUE NELE CRÊ não pereça, mas tenha a vida eterna”. Se o homem escolhe por rejeitar o Filho de Deus, então ele não satisfaz os requisitos para a salvação (João 3:16,36).

Com versículos como estes, fica claro que o Universalismo e a Salvação Universal são crenças antibíblicas. O Universalismo não se alinha com o que as Escrituras ensinam. Enquanto muitas pessoas hoje em dia acusam os cristãos de serem intolerantes e “excludentes”, é importante lembrar que estas são as palavras do próprio Cristo. O cristianismo não desenvolveu essas idéias por conta própria, os cristãos simplesmente afirmam o que o Senhor já disse. As pessoas escolhem por rejeitar a mensagem porque não querem encarar o seu pecado e admitir que precisam do Senhor para que sejam salvas por Ele. Dizer que aqueles que rejeitam a provisão de Deus para a salvação através do Seu Filho serão salvos é diminuir a santidade e a justiça de Deus e negar a necessidade do sacrifício de Jesus em nosso favor.

Fonte got.questions.com
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Acabei de colocar minha fé em Jesus…agora o que faço?





Resposta: Parabéns! Você tomou uma decisão que altera sua vida daqui para a frente! Talvez agora você esteja perguntando: “Agora o que faço?” Como começo minha jornada com Deus?” Os cinco passos mencionados abaixo darão a você orientações da Bíblia.

1. Tenha certeza de que você entende a salvação.

1 João 5:13 nos diz: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus.” Deus quer que entendamos a salvação. Deus quer que tenhamos a confiança e convicção de que somos salvos. Vamos de maneira rápida olhar cada ponto-chave da salvação:

(a) Todos pecamos. Todos nós fazemos coisas que desagradam a Deus (Romanos 3:23).

(b) Por causa do nosso pecado, nós merecemos o castigo de separação eterna de Deus (Romanos 6:23).

(c) Jesus morreu na cruz para pagar o castigo que nossos pecados mereciam (Romanos 5:8; 2 Coríntios 5:21). Jesus morreu em nosso lugar, tomando o castigo que merecíamos. Sua ressurreição provou que a morte de Jesus foi suficiente para pagar por nossos pecados.

(d) Deus dá perdão e salvação a todos os que colocam sua fé em Jesus — confiando na Sua morte como pagamento de nossos pecados (João 3:16; Romanos 5:1; Romanos 8:1).

Esta é a mensagem da salvação! Se você colocou sua fé em Jesus Cristo como seu Salvador, você é salvo! Todos os seus pecados são perdoados e Deus promete nunca deixar ou abandonar você (Romanos 8:38-39; Mateus 28:20). Lembre-se que sua salvação é segura em Jesus Cristo (João 10:28-29). Se você confia somente em Jesus como seu Salvador, você pode ter certeza de que você irá passar a eternidade com Deus no céu!

2. Encontre uma boa igreja que ensine a Bíblia.

Não pense em uma igreja como um edifício. A igreja são as pessoas. É de suma importância que crentes em Jesus Cristo congreguem uns com os outros. Isto é um dos principais propósitos da igreja. Agora que você colocou sua fé em Jesus Cristo, nós encorajamos você a encontrar, em sua área, uma igreja que pregue a Bíblia. Converse com o pastor. Fale com ele sobre sua nova fé em Jesus Cristo.

Um segundo propósito da igreja é ensinar a Bíblia. Você pode aprender como aplicar os princípios de Deus na sua vida. Entender a Bíblia é essencial para viver uma vida cristã forte e vibrante. 2 Timóteo 3:16-17 diz: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”

O terceiro propósito da igreja é adoração. Adoração é nossa expressão de gratidão a Deus por tudo que Ele tem feito! Deus nos salvou. Deus nos ama. Deus nos sustenta. Deus nos guia e dirige. Como poderíamos ser ingratos? Deus é santo, justo, amoroso, misericordioso e cheio de graça. Apocalipse 4:11 declara: “Tu és Digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.”

3. Reserve tempo todo dia para focalizar em Deus.

É muito importante que tenhamos tempo cada dia para focalizar em Deus. Algumas pessoas se referem a este tempo como seu “tempo a sós.” Outros chamam de “devocional”, porque é um tempo em que nos devotamos a Deus. Alguns preferem reservar tempo de manhã, enquanto outros preferem à noite. Não importa como você chama este tempo ou quando você faz isto. O que realmente importa é que você regularmente ocupe tempo com Deus. Que eventos são componentes do nosso tempo com Deus?

(a) Oração. Oração é simplesmente conversar com Deus. Converse com Deus sobre suas preocupações ou problemas. Peça a Deus que lhe dê sabedoria e guie. Peça que Deus providencie por suas necessidades. Diga a Deus quanto você o ama e quanto você aprecia tudo que Ele faz por você. É isto que oração realmente é.

(b) Leitura da Bíblia. Além de aprender sobre a Bíblia na igreja — você precisa estar lendo a Bíblia por si mesmo. A Bíblia contém tudo que você precisa saber para viver uma vida cristã de sucesso. Ela contém a luz da Palvra de Deus que o guia a tomar decisões sábias, como conhecer a vontade de Deus, como ministrar a outros e como crescer espiritualmente. A Bíblia é a Palavra de Deus para nós. A Bíblia é essencialmente o manual de instrução de Deus de como devemos viver nossas vidas de uma forma que agrada a Ele e nos faz feliz.

4. Desenvolva relacionamentos com pessoas que o podem edificar espiritualmente.

1 Coríntios 15:33 nos diz: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.” A Bíblia está cheia de advertências sobre a influência que pessoas “más” têm em nossas vidas. Passar tempo com aqueles que se engajam em práticas pecaminosas fará com que sejamos tentados por estas atividades. O caráter daqueles com quem nos associamos é “refletido” em nós. Por isso é tão importante nos rodearmos de pessoas que amam ao Senhor e estão comprometidas com Ele.

Tente ter um ou dois amigos, talvez de sua igreja, que possm ajudá-lo e encorajá-lo (Hebreus 3:13; 10:24). Peça que seus amigos o lembrem sempre a ser fiel em ter seu tempo devocional e na sua caminhada com Deus. Pergunte se você pode fazer o mesmo por eles. Isto não significa que você deva abandonar todos os seus amigos que não conhecem ao Senhor Jesus como seu Salvador. Continue sendo amigo deles e ame-os. Simplesmente informe a eles que Jesus transformou a sua vida e que você não pode mais fazer as mesmas coisas que você costumava fazer. Peça que Deus lhe dê oportunidades de compartilhar de Jesus com seus amigos.

5. Seja batizado.

Muitas pessoas entendem mal o significado do batismo. A palavra “batizar” significa imergir. Batismo é a maneira bíblica de proclamar publicamente sua nova fé em Cristo e seu compromisso de seguí-lo. O ato de ser imergido nas águas ilustra ser sepultado com Cristo. A ação de sair das águas é um retrato da ressurreição de Cristo. Ser batizado é identificar-se com a morte, sepultamento, e ressurreição de Jesus (Romanos 6:3-4).

Batismo não o salva. Batismo não lava seus pecados. Batismo é um simples passo de obediência e uma proclamação pública de sua fé em Cristo para salvação. Batismo é importante porque é um passo de obediência – publicamente declarando sua fé em Cristo e seu compromisso com Ele. Se você está pronto para ser batizado, você deve falar com um pastor.

Fonte Got.questions.com

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domingo, 6 de novembro de 2011

Quem é Jesus Cristo?



C.S. Lewis, em seu livro Mero Cristianismo, escreve o seguinte: “Tento aqui impedir que alguém diga a grande tolice que sempre dizem sobre Ele [Jesus Cristo]: ‘Estou pronto a aceitar Jesus como um grande mestre em moral, mas não aceito sua afirmação em ser Deus.’ Isto é exatamente a única coisa que não devemos dizer. Um homem que foi simplesmente homem, dizendo o tipo de coisa que Jesus disse, não seria um grande mestre em moral. Poderia ser um lunático, no mesmo nível de um que afirma ser um ovo pochê, ou mais, poderia ser o próprio Deus.
Resposta: Quem é Jesus Cristo? Diferentemente da pergunta “Deus existe?”, bem poucas pessoas perguntam se Jesus Cristo existiu ou não. Geralmente se aceita que Jesus foi de fato um homem que andou na terra, em Israel, há quase 2000 anos. O debate começa quando se analisa o assunto da completa identidade de Jesus. Quase todas as grandes religiões ensinam que Jesus foi um profeta, um bom mestre ou um homem piedoso. O problema é que a Bíblia nos diz que Jesus foi infinitamente mais do que um profeta, bom mestre ou homem piedoso.
Você decide. Ou este homem foi, e é, o Filho de Deus, ou é então um louco, ou coisa pior... Você pode achar que ele é tolo, pode cuspir nele ou matá-lo como um demônio; ou você pode cair a seus pés e chamá-lo Senhor e Deus. Mas não vamos vir com aquela bobagem de que ele foi um grande mestre aqui na terra. Ele não nos deixou esta opção em aberto. Ele não teve esta intenção.”

Então, quem Jesus afirmou ser? Segundo a Bíblia, quem foi? Primeiramente, vamos examinar as palavras de Jesus em João 10:30: “Eu e o Pai somos um.” Em um primeiro momento, pode não parecer uma afirmação em ser Deus. Entretanto, veja a reação dos judeus perante Sua afirmação: “Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo” (João 10:33). Os judeus compreenderam o que Jesus havia dito como uma afirmação em ser Deus. Nos versículos seguintes, Jesus jamais corrige os judeus dizendo: “Não afirmei ser Deus”. Isto indica que Jesus realmente estava dizendo que era Deus ao declarar: "Eu e o Pai somos um” (João 10:30). Outro exemplo é João 8:58, onde Jesus declarou: “Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.” Mais uma vez, em resposta, os judeus tomaram pedras para atirar em Jesus (João 8:59). Ao anunciar Sua identidade como “Eu sou”, Jesus fez uma aplicação direta do nome de Deus no Velho Testamento (Êxodo 3:14). Por que os judeus, mais uma vez, se levantariam para apedrejar Jesus se Ele não tivesse dito algo que creram ser uma blasfêmia, ou seja, uma auto-afirmação em ser Deus?

João 1:1 diz que “o Verbo era Deus”. João 1:14 diz que “o Verbo se fez carne”. Isto mostra claramente que Jesus é Deus em carne. Tomé, o discípulo, declarou a Jesus: “Senhor meu, e Deus meu! (João 20:28). Jesus não o corrige. O Apóstolo Paulo O descreve como: “...grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tito 2:13). O Apóstolo Pedro diz o mesmo: “...nosso Deus e Salvador Jesus Cristo” (II Pedro 1:1). Deus o Pai também é testemunha da completa identidade de Jesus: “Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino” (Hebreus 1:8). No Velho Testamento, as profecias a respeito de Cristo anunciam sua divindade: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).

Então, como argumentou C.S. Lewis, crer que Jesus foi um bom mestre não é opção. Jesus claramente e inegavelmente se auto-afirma Deus. Se Ele não é Deus, então mente, conseqüentemente não sendo também profeta, bom mestre ou homem piedoso. Tentando explicar as palavras de Jesus, “estudiosos” modernos afirmam que o “Jesus verdadeiramente histórico” não disse muitas das coisas a Ele atribuídas pela Bíblia. Quem somos nós para mergulharmos em discussões com a Palavra de Deus no tocante ao que Jesus disse ou não disse? Como pode um “estudioso” que está 2000 anos afastado de Jesus ter a percepção do que Jesus disse ou não, melhor do que aqueles que com o próprio Jesus viveram, serviram e aprenderam (João 14:26)?

Por que se faz tão importante a questão sobre a identidade verdadeira de Jesus? Por que importa se Jesus é ou não Deus? O motivo mais importante para que Jesus seja Deus é que se Ele não é Deus, Sua morte não teria sido suficiente para pagar a pena pelos pecados do mundo inteiro (I João 2:2). Somente Deus poderia pagar tamanho preço (Romanos 5:8; II Coríntios 5:21). Jesus tinha que ser Deus para que pudesse pagar nossa dívida. Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer. A Salvação está disponível somente através da fé em Jesus Cristo! A natureza divina de Jesus é o motivo pelo qual Ele é o único caminho para salvação. A divindade de Jesus é o porquê de ter proclamado: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).

Fonte: Got.questions.com
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O que é ateísmo?




Resposta: Ateísmo é o ponto de vista de que Deus não existe. O ateísmo não é uma novidade. O Salmo 14, escrito por Davi por volta de 1000 a.C., menciona o ateísmo: “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus”. Estudos recentes mostram um número crescente de pessoas se tornando atéias, com 10% das pessoas do mundo inteiro declarando-se aderentes ao ateísmo. Então, por que mais e mais indivíduos estão se tornando ateus? O ateísmo é realmente a posição lógica que os ateus afirmam ser?

Por que o ateísmo sequer existe? Por que Deus simplesmente não se revela para as pessoas, provando que Ele existe? Certamente, se Deus aparecesse, todos acreditariam Nele! O problema com esta idéia é que não é a vontade de Deus convencer as pessoas de que Ele existe. A vontade de Deus é que as pessoas acreditem Nele por fé (2 Pedro 3:9) e aceitem o Seu dom da salvação (João 3:16). Sim, Deus poderia aparecer e demonstrar de uma vez por todas que Ele existe. O problema é que Deus claramente demonstrou a sua existência diversas vezes no Antigo Testamento (Gênesis capítulos 6-9; Êxodo 14:21-22; 1 Reis 18:19-31). As pessoas acreditaram que Deus existe? Sim! Elas viraram as costas para os seus caminhos maus e passaram a obedecer a Deus? Não! Se uma pessoa não está disposta a aceitar a existência de Deus por fé, então ela definitivamente não está pronta para aceitar Jesus Cristo como seu Salvador por fé (Efésios 2:8-9). Esta é a vontade de Deus - que as pessoas se tornem cristãs, não simplesmente teístas (aqueles que acreditam que Deus existe).

A Bíblia nos diz que a existência de Deus deve ser aceita por fé. Hebreus 11:6 declara: “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam”. A Bíblia nos lembra de que nós somos abençoados quando nós acreditamos e confiamos em Deus pela fé: “Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram” (João 20:29).

O fato de que a existência de Deus deve ser aceita por fé não significa que acreditar em Deus seja algo ilógico. Existem diversos bons argumentos para a existência de Deus. Por favor visite a nossa página “Deus existe?”. A Bíblia ensina que a existência de Deus é claramente vista no universo (Salmos 19:4), na natureza (Romanos 1:18-22) e nos nossos corações (Eclesiastes 3:11). Dito isso, mais uma vez, a existência de Deus não pode ser provada, ela deve ser aceita por fé.

Ao mesmo tempo, deve-se ter a mesma fé para acreditar no ateísmo. Afirmar “Deus não existe!” é afirmar que se tem o conhecimento de absolutamente tudo o que pode ser conhecido – e de ter ido em todos os lugares possíveis do universo – e de ter testemunhado tudo o que poderia ser visto. É claro, nenhum ateu faria estas exatas afirmações. No entanto, isso é essencialmente o que eles estão afirmando ao dizer que Deus não existe. Os ateus não podem provar, por exemplo, que Deus não vive no centro do Sol ou debaixo das nuvens de Júpiter, ou em alguma nebulosa distante. Isto não pode ser provado, então não pode ser provado que Deus não existe. É necessário ter a mesma quantidade de fé para ser um ateu quanto para ser um teísta.

Então, estamos de volta ao mesmo ponto. O ateísmo não pode ser provado e a existência de Deus deve ser aceita por fé. Eu acredito fortemente que Deus existe. Eu prontamente admito que a minha crença na existência de Deus é baseada em fé. Ao mesmo tempo, eu fortemente rejeito a idéia de que a crença em Deus é ilógica. Eu acredito que a existência de Deus pode ser claramente vista, distintamente sentida e ser provada filosófica e cientificamente necessária. Mais uma vez, para mais informações visite a nossa página “Deus existe?”. “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra, se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até os confins do mundo” (Salmos 19:1-4).

Fonte: Got.questions.com
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sábado, 5 de novembro de 2011

Quem são os ungidos de Deus?



Uma palavra capciosa que tem circulado por aí nos últimos anos é “ungido”, a qual geralmente é usada junto com frases assim: “Estou sentindo a unção!”, “Ele/ela é ungido para pregar a Palavra”, ou então [“Sou um apóstolo/profeta ungido”] e outros termos igualmente melosos. Em geral, quando este termo é usado, ele quer dizer que uma “unção especial” está sendo derramada sobre determinadas pessoas. Ficamos sabendo que todos nós também podemos ter essa “unção especial”, se colocarmos em prática as verdades da Palavra de Deus, do mesmo modo como todos nós a temos recebido de Deus.

Primeiro vamos dar uma olhada na palavra “ungido” e ver se realmente existe uma “unção especial”. No Velho Testamento, a palavra “ungido” significa aplica óleo no corpo de alguém, simbolizando que Deus escolheu essa pessoa para o serviço do Senhor. Essa pessoa foi consagrada ao Senhor. A palavra “consagrado” significa ter sido separado à parte, provido com o poder de Deus para executar o Seu serviço especial.
Também significa que essa pessoa foi declarada limpa, santa e pura. Embora o homem comum seja pecador, é Deus quem consagra e por isso está escrito no Salmo 105:15: “Não toqueis os meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas”.
Esses eram homens que, no contexto do Velho Testamento, Deus havia escolhido e consagrado para o Seu serviço. [Como vivemos no contexto do Novo Testamento, ou seja, no contexto gentílico, essa palavra mudou em sua significação].

Hoje em dia o que não falta é encontramos profetas/apóstolos auto-nomeados usando este verso, num esforço de auto-exaltação, de pertencer a uma classe especial de “ungidos de Deus”, dizendo que ninguém ouse questionar o que eles estão ensinando [Mesmo porque em geral eles pregam o falso Evangelho, em vez do verdadeiro, e temem ser desafiados em suas falsidades].
Esta é uma posição muito perigosa para alguém nela se colocar, acreditando ter recebido uma unção especial, uma medida extra do Espírito Santo. O profeta Joel disse: “E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito” (Joel 2:29). Isso aconteceu no Dia de Pentecoste, conforme Atos 2:16-18, e tem continuado até o dia de hoje. Deus derramou o Seu Espírito sobre toda a carne e todos os que recebem o Senhor Jesus Cristo em seus corações são batizados com o Espírito Santo e com fogo. (Mateus3:11 e Marcos 1:8). Todos os que têm fé e são batizados em Cristo nascem de novoe se tornam novas criaturas.

Sim, Deus nomeia e coloca membros diferentes em vários lugares no corpo eclesiástico, conforme o talento de cada indivíduo; mas em parte nenhuma da Bíblia existe a sugestão de uma “unção especial” ou de uma “medida extra do Espírito Santo”, a fim de selecionar alguns no Corpo de Cristo. Sempre existirão os que desejam sentir-se especiais ou superiores e os cristãos não estão isentos disso. Este ensino apela à nossa natureza corrupta, à “soberba da vida” (1 João 2:16), contra a qual todos nós devemos lutar. Jesus nos ensina, em Filipenses 2:3: “... cada um considere os outrossuperiores a si mesmo”.

No Velho Testamento os sacerdotes e profetas ungidos eram os representantes temporários de Deus, provendo perdão aos pecados do povo, até o tempo em que o Sumo Sacerdote Jesus viesse, a fim de prover, sobre a cruz, o perdão definitivo de nossos pecados. Os sacerdotes e profetas eram declarados limpos, santos e puros. Do mesmo modo, todos os que estão Nele também são declarados limpos, santos e puros, pois Deus nos ensina isso em Romanos 4:2-8, com ênfase no verso 5: “Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça”. Filipenses 3:9:“E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé”; Hebreus 9:12:
“Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção”; Marcos 1:40-41: “E aproximou-se dele um leproso que, rogando-lhe, e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo.”;
Atos 10:15: “... Não faças tu comum ao que Deus purificou”.
Nesse caso, quem são hoje em dia os ungidos? 1 João 2;27: “E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis”; 2 Coríntios 1:21: “Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus...” “Não toqueis os meus ungidos” significa, portanto, não tocar em todos aqueles que receberam Jesus Cristo em seus corações. Isso deveria servir de advertência a todos os que pervertem a Palavra de Deus, a fim de alimentar o seu orgulho, querendo colocar-se acima dos ungidos de Deus, [Muitos homens auto-nomeados apóstolos/profetas são] os que, ironicamente, se apropriam desta frase, com mais freqüência, querendo intimidar o povo de Deus.
Contudo, muitos homens sinceros que pregam a Palavra de Deus jamais seriam tão ousados a ponto de se declararem ungidos/infalíveis, sendo humildes bastante para entender a depravação humana.

Observem como Deus é maravilhoso, quando declara que todos os nossos pecados são lavados no sangue do Cordeiro e que todos nós somos iguais diante dEle. “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”
(Gálatas 3:28).

“Who Are God’s
Anointed?” - Open Arms
International Ministries (OAIM)
Traduzido e comentado por
Mary Schultze, 03/08/07

Jesus A Simples Verdade

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Uma vez salvo, sempre salvo?




Pergunta: "Uma vez salvo, sempre salvo?"

Resposta: Uma vez que a pessoa é salva, está salva para sempre? Quando as pessoas conhecem a Cristo como seu Salvador, são trazidas a um relacionamento com Deus que garante que sua salvação seja eternamente assegurada. Inúmeras passagens da Escritura declaram tal fato. (a) Romanos 8:30 diz: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou.” Este verso nos diz que a partir do momento que Deus nos escolhe, é como se fôssemos glorificados na Sua presença no céu. Não há nada que possa impedir um crente de um dia ser glorificado porque Deus já assim determinou no céu. Uma vez justificado, a salvação é garantida – a pessoa está garantida, como se ela já estivesse glorificada no céu.

(b) Paulo faz duas perguntas cruciais em Romanos 8:33-34: “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.” Quem tentará acusar o escolhido de Deus? Ninguém, porque Cristo é nosso defensor. Quem nos condenará? Ninguém, porque Cristo, O que morreu por nós, é O que condena. Temos como Salvador aquele que é defensor e juiz.

(c) Os crentes nasceram de novo (foram regenerados) no momento em que creram (João 3:3; Tito 3:5). Para que um cristão perdesse a salvação, teria que ser não-regenerado. A Bíblia não nos dá evidências de que o novo nascimento possa ser revertido. (d) O Espírito Santo habita em todos os crentes (João 14:17; Romanos 8:9) e batiza todos os crentes no Corpo de Cristo (I Coríntios 12:13). Para que um crente perdesse a salvação, teria que ser “não habitado” e desconectado do Corpo de Cristo.

(e) João 3:15 afirma que todo aquele que crer em Jesus Cristo “terá a vida eterna”. Se você crê em Cristo hoje e tem vida eterna, mas a perder amanhã, então esta jamais foi “eterna”. Então, nesse caso, se você perdesse a salvação, as promessas de vida eterna na Bíblia seriam falsas. (f) Como prova definitiva, creio que a Escritura explica melhor por si só: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39). Lembre-se que o mesmo Deus que salvou você é o mesmo Deus que o manterá salvo. Uma vez salvos, sempre salvos. Nossa salvação, definitivamente, está garantida para sempre.
Fonte : Got. Questions.com
Jesus A Simples Verdade

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

É Jesus o único caminho para o Céu?







Pergunta: "É Jesus o único caminho para o Céu?"

Resposta: Basicamente eu sou uma boa pessoa, então eu vou para o Céu.” "OK, então eu faço algumas coisas ruins, mas eu faço mais coisas boas, então eu vou para o Céu.” "Deus não vai me enviar para o inferno só porque eu não vivo de acordo com a Bíblia. Os tempos mudaram!” “Apenas pessoas realmente más como molestadores de crianças e assassinos vão para o inferno.”

Todas estas são conclusões comuns entre a maioria das pessoas, mas a verdade é que elas são todas mentiras. Satanás, que tem poder sobre o mundo, planta estes pensamentos nas nossas mentes. Ele, e qualquer um que segue os seus caminhos, é um inimigo de Deus (1 Pedro 5:8). Satanás sempre se disfarça como bom (2 Coríntios 11:14), mas ele tem controle sobre todas as mentes que não pertencem a Deus. “...[Satanás, ] o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” (2 Coríntios 4:4).

É uma mentira acreditar que Deus não se importa com pecados menores, e que o inferno é destinado às “pessoas más”. Todo pecado nos separa de Deus, mesmo uma “pequena mentirinha”. Todos pecaram, e ninguém é bom o suficiente para ir ao Céu por sua própria conta (Romanos 3:23). Entrar no Céu não se baseia no nosso bem superar o nosso mal; todos perderemos se este for o caso. "E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça." (Romanos 11:6). Não há nada bom que possamos fazer para ganhar a nossa entrada no Céu (Tito 3:5).

"Entrai pela porta estreita: porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela" (Mateus 7:13). Mesmo que todo mundo esteja vivendo uma vida de pecado, e crer em Deus não seja popular, Deus não vai perdoar isto. "nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, o espírito que agora atua nos filhos da desobediência" (Efésios 2:2).

Quando Deus criou o mundo, este era perfeito. Tudo era bom. Então ele fez Adão e Eva, e deu a eles o seu próprio livre arbítrio, de forma que eles teriam a escolha de seguir e obedecer a Deus ou não. Mas Adão e Eva, as primeiras pessoas que Deus fez, foram tentados por Satanás a desobedecer a Deus, e eles pecaram. Isto os impediu (e a todos os que vieram depois deles, incluindo a nós) de ter uma relação íntima com Deus. Ele é perfeito e não pode estar no meio do pecado. Como pecadores, nós não poderíamos chegar lá pela nossa própria vontade. Então, Deus criou uma forma pela qual poderíamos estar unidos com Ele no Céu. "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16). "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 6:23). Jesus nasceu para que Ele pudesse nos ensinar o caminho e morrer por nossos pecados para que nós não o tivéssemos que fazer. Três dias após a Sua morte, Ele ressuscitou do sepulcro (Romanos 4:25), provando a Si mesmo vitorioso sobre a morte. Ele completou o caminho entre Deus e o homem para que este pudesse ter uma relação pessoal com Ele, precisando apenas acreditar.

"E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17:3). A maioria das pessoas acredita em Deus, até Satanás acredita. Mas para receber a salvação, é preciso se voltar para Deus, formar uma relação pessoal com Ele, voltar-se contra os nossos pecados e seguir a Ele. Devemos acreditar em Jesus com tudo o que temos e em tudo o que fazemos. "Justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os que crêem; porque não há distinção" (Romanos 3:22). A Bíblia nos ensina que não há outro caminho para salvação a não ser através de Cristo. Jesus diz em João 14:6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.”

Jesus é o único caminho para a salvação porque Ele é o Único que pode pagar o preço pelos nossos pecados (Romanos 6:23). Nenhuma outra religião ensina a profundidade ou seriedade do pecado e das suas conseqüências. Nenhuma outra religião oferece o pagamento infinito que só Jesus poderia dar pelo pecado. Nenhum outro “fundador religioso” foi Deus vindo como homem (João 1:1,14) – a única forma pela qual um débito infinito poderia ser pago. Jesus tinha que ser Deus para que Ele pudesse pagar nosso débito. Jesus tinha que ser homem para que ele pudesse morrer. A salvação está disponível apenas pela fé em Jesus Cristo! “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12).

Fonte: Got Questions.com
Jesus A Simples Verdade


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Batalhando Pela Fé II



John Piper



A epístola de Judas começa e termina com palavras muito confortadoras para os crentes. No versículo 1, Judas nos descreve como aqueles que são “chamados, amados em Deus Pai e guardados em Jesus Cristo”. Os três verbos estão na voz passiva. Enfatizam a ação de Deus. Ele chama, ama e guarda. Somos chamados, amados e guardados. Judas se mostrou bastante zeloso em começar enfatizando a segurança do crente na eleição e no amor preservador da parte de Deus.

No final da epístola, versículo 24, Judas afirmou: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante de sua glória, ao único Deus... glória”. Observe, no versículo 1, somos guardados por Deus em Jesus Cristo; e, no versículo 24, Deus é poderoso para guardar-nos de tropeços. Judas começou e terminou sua epístola assegurando os crentes de que Deus exercita sua onipotência em guardá-los de desviarem-se da fé.

O que devemos responder quando alguém nos perguntar por que estamos tão certos de que permaneceremos firmes na fé até ao fim e de que seremos salvos no Dia do Juízo? Devemos responder o seguinte: “Deus me chamou da incredulidade. Portanto, eu sei que Ele me ama com amor especial e eletivo. Por isso, sei que Ele me guardará de cair. Deus realizará em mim aquilo que é agradável diante dEle mesmo (Hb 13.21) e me apresentará com exultação diante do trono de sua glória”.

Essa é a maneira como Judas começa e termina sua epístola. No entanto, no meio da epístola, Judas demonstra outra preocupação. A sua preocupação não é ajudar os crentes a sentirem-se contentes, e sim a serem vigilantes. Depois de lhes haver mostrado o amor eletivo de Deus, bem como o incomparável poder de Deus em preservar os crentes em segurança, Judas passa a mostrar-lhes o perigo que os cerca, exortando-os a batalhar pela fé.

Versículo 3: “Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”. Em outras palavras, a vitória certa da igreja não significa que não temos de lutar para vencer.

O simples fato de que nosso excelente General nos promete vitória nas praias do inimigo não significa que as tropas podem guardar suas armas no navio. A promessa de vitória pressupõe coragem na batalha. Quando Deus promete que sua igreja será protegida de derrotas, o propósito dEle não é que mantenhamos nossa espada na bainha, e sim que lancemos mão da espada do Espírito e olhemos confiantes para Ele, a fim de recebermos forças para vencer a batalha. Sempre que a promessa de segurança da parte de Deus é utilizada para justificar a nossa ausência no campo na batalha, podemos suspeitar que há um traidor entre os nossos soldados.

Conforme podemos observar na epístola de Judas, o procedimento de Deus é proporcionar confiança ao seu povo, a confiança de que a sua fé será vitoriosa ao fim (vv. 1, 24), e, depois, enviá-los para lutar pela fé.

O assunto central do pequeno livro de Judas é o versículo 3. Por isso, desejamos torná-lo o assunto de nossa mensagem: é dever de todo crente genuíno batalhar pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Procurarei desenvolver o significado desta doutrina utilizando quatro sentenças.

1. Existe uma fé que de uma vez por todas foi entregue aos santos.

2. Esta fé é digna de que batalhemos por ela.

3. Esta fé está sendo constantemente ameaçada por elementos de dentro da igreja.

4.Todo crente genuíno deve batalhar por esta fé.

1. Existe uma fé que de uma vez por todas foi entregue aos santos. Às vezes, a palavra “fé” é utilizada significando o sentimento de confiança em Cristo. Em outras vezes, como acontece nesta passagem, ela foi utilizada significando as verdades em que cremos a respeito dAquele em quem confiamos.

Por um lado, é necessário enfatizar que o cristianismo é basicamente um relacionamento com Jesus,

e não um conjunto de idéias sobre a pessoa de Jesus. A razão por que fazemos isso é esta: ninguém será salvo por crer em

um conjunto de idéias. O diabo crê na maior parte das verdades do cristianismo. Precisamos enfatizar que, se uma pessoa não tiver uma confiança viva em Jesus, como Salvador e Senhor, toda a ortodoxia do mundo não introduzirá tal pessoa no céu.

Mas, se nossa ênfase no relacionamento pessoal com Jesus nos leva a negar que existe um grupo de verdades essenciais no cristianismo, cometemos um grave erro. Existem verdades sobre Deus, o Senhor Jesus, o homem, a igreja e o mundo que são essenciais à vida do cristianismo. Se tais verdades são corrompidas e distorcidas, o resultado não será apenas idéias erradas e verdades mal aplicadas. A vida íntima de fé não é independente das afirmações doutrinárias da fé. Quando as doutrinas estão corrompidas, o coração se encontra na mesma condição. Existe um corpo de doutrinas que tem de ser preservado.

A maior evidência disso no versículo 3 é a declaração de Judas no sentido de que a fé “uma vez por todas foi entregue aos santos”. Isto significa que ela se propagou a partir dos apóstolos. A fé não foi inventada pela igreja. Foi revelada por Deus aos seus apóstolos e a seus companheiros mais achegados; em seguida, ela foi ensinada às igrejas como “todo o desígnio de Deus” (At 20.27).

Para nós, uma das ex-pressões mais importantes é “uma vez por todas” (v. 3). Agora estamos há quase dois mil anos depois que a fé foi inicialmente entregue à igreja e estamos cercados por milhares de pessoas e seitas que reivindicam ter uma nova palavra de revelação que completa a Palavra de Deus para a humanidade. Maomé ofereceu aos seguidores o Alcorão; Joseph Smith, o seu Livro de Mórmom; Sun Moon, o seu Princípio Divino. E todos os dias vocês encontram pessoas que consideram as tendências intelectuais contemporâneas como um substituto adequado para a Bíblia.

Mas observe com bastante cuidado. Judas ensinou que a fé “uma vez por todas foi entregue aos santos”. A revelação de Deus concernente ao conteúdo doutrinário de nossa fé está completo. A igreja está edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas (Ef 2.20). Qualquer pessoa que surge e reivindica ter uma nova revelação da parte de Deus, para acrescentá-la à fé que “uma vez por todas foi entregue aos santos”, está agindo contra as Escrituras.

A razão por que temos a Bíblia é que a igreja do terceiro e do quarto século reconheceu que Deus falou “uma vez por todas” nesses escritos. O cânon foi concluído, e todas as reivindicações a respeito da verdade têm de ser avaliadas pelo padrão da fé que “uma vez por todas foi entregue aos santos”.

Quando afirmamos a existência de uma fé que “uma vez por todas foi entregue aos santos”, queremos dizer fé e não “fés”. Em nossos dias, é comum alguém falar sobre diversas teologias no Novo Testamento.

Os eruditos gostam de enfatizar a diversidade de opiniões entre os autores do Novo Testamento e a dificuldade para trazê-los todos a um entendimento coerente da realidade.

Ora, certamente existe alguma diversidade entre um escritor inspirado e outro do Novo Testamento. Mas eu rogo à nova geração de estudiosos que pensem mais e melhor a respeito das implicações de Judas 3: “A fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”. Embora possa haver diversidade na maneira como entendemos esta fé, a ênfase recai sobre a unidade. Existe uma fé apostólica. Existe um corpo de doutrinas que sustentam uma à outra, chamado “fé”. Não devemos acrescentar ou retirar nada desse corpo de doutrinas. Ele foi uma vez por todas entregue aos santos.

2. Esta fé é digna de que batalhemos por ela. Lemos em Romanos 14 que um crente considera um dia superior aos demais e que outro crente considera iguais todos os dias. Cada crente deve estar convicto em sua própria mente e não menosprezar nem condenar seu irmão. Mas na epístola de Judas somos ensinados a batalhar por aquilo em que cremos.

O que eu posso deduzir é que existe um conjunto de doutrinas digno de que batalhemos por ele, bem como aplicações secundárias dessas doutrinas; e por causa dessas aplicações não devemos contender uns com os outros.

Mas grave isto em sua mente: existe uma verdade digna de que batalhemos por ela. Existe uma verdade digna de morrermos por ela. Isso é muito difícil para a nossa cultura relativista entender. Talvez sejamos capazes de imaginar uma pessoa morrendo por outra; todavia, muitos em nossos dias não consideram qualquer verdade tão preciosa, que eles lutarão ou mesmo morrerão por ela.

Não foi sempre assim. A fé que hoje nutrimos foi preservada para nós à custa do sangue de centenas de reformadores. De 1555 a 1558, a rainha Maria, a católica que reinou na Inglaterra, queimou na fogueira 288 reformadores protestantes — homens como John Rogers, John Hooper, Rowland Taylor, Robert Ferrar, John Bradford, Nicholas Ridley, Hugh Latimer e Thomas Cranmer. E por que eles foram queimados? Porque permaneceram firmes em favor de uma verdade — a verdade de que a presença real do corpo de Jesus não está na eucaristia, e sim no céu, à direita do Pai. Por essa verdade, eles suportaram o agonizante sofrimento de serem queimados vivos.

O sangue dos mártires é um poderoso testemunho de que a fé “uma vez por todas” entregue aos santos é digna de batalharmos por ela. Existe evidência disso no versículo 3. Judas disse que desejava realmente escrever acerca da nossa comum salvação. “Quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé.” Quando a fé está em jogo, nossa salvação também está em jogo. Se a verdade está corrompida, a nossa salvação também está corrompida. Os apóstolos e reformadores se mostraram dispostos a morrer por causa da fé, porque se preocuparam com a preservação da mensagem de salvação — eles se preocuparam com pessoas e com a glória de Deus.

Precisamos obter um sentimento completamente novo da preciosidade da doutrina bíblica. Como igreja, precisamos conhecer a profundidade, a beleza e o valor da verdade doutrinária. Existe uma fé digna de contendermos por ela.

3. Esta fé está sendo constantemente ameaçada por elementos de dentro da igreja. Maria, a sanguinária, confessava ser cristã; ela não era bárbara. Os piores inimigos da doutrina cristã são aqueles que se declaram cristãos e não se apegam à fé que “uma vez por todas foi entregue aos santos”.

Em sua última mensagem aos pastores da igreja de Éfeso, o apóstolo Paulo os advertiu dizendo: “Depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas, para arrastar os discípulos atrás deles” (At 20.29-30). Os lobos que pervertem a fé são pessoas que se declaram crentes. São pastores, líderes de igreja, professores de seminários e missionários.

Em sua epístola, Judas apresenta no versículo 4 a razão por que a igreja precisava preparar-se para batalhar pela fé: “Certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo”.

Assim, a ameaça à fé está vindo de indivíduos que agora se encontram no meio da igreja. Provavelmente, eles estão dizendo o seguinte: “Se nós somos salvos pela graça, não importa o que somos em nossa vida moral. Na verdade, quando um crente peca, isto serve tão-somente para magnificar a graça de Deus”. Deste modo, eles colocam a graça de Deus em oposição aos mandamentos de Cristo e, na prática, negam o senhorio de Jesus.

Eles têm agido dessa maneira desde o primeiro século. Paulo disse que isso iria acontecer. Judas o viu se realizando, como um cumprimento das predições de Paulo. Nos versículos 17 e 19, Judas afirmou: “Lembrai-vos das palavras anteriormente proferidas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo, os quais vos diziam: No último tempo, haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões. São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito”.

Embora as cartas de Paulo tenham-no feito derramar muitas lágrimas (Fp 3.18), quase todas as cartas abordam assuntos relacionados a lutas que estava travando com pessoas que declaravam ser crentes. Portanto, não devemos ficar surpresos com o fato de que hoje muitas

de nossas lutas em favor da fé se realizam com crentes que ensinam e escrevem coisas que (pelo menos do nosso ponto de vista) são contrárias à “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”.

O Novo Testamento ensina com muita clareza que a fé será, por repetidas vezes, ameaçada por pessoas de dentro da igreja.

4. Isso nos leva à admoestação final: todo crente genuíno deve batalhar por esta fé. A epístola de Judas não foi escrita para um pastor, e sim para aqueles que são “chamados, amados em Deus Pai e guardados em Jesus Cristo” (v. 1). Por conseguinte, o dever de batalhar pela fé não pertence exclusivamente aos pastores consagrados ao ministério da Palavra, embora eles tenham uma responsabilidade especial. Batalhar pela fé é o dever de todo crente verdadeiro.

Os versículos 21 e 22 nos dizem algo sobre as coisas que nos deveriam preparar para batalharmos pela fé — “Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna”. E os versículos 22 e 23 nos falam a respeito de maneiras pelas quais podemos envolver-nos nessa batalha.

A melhor coisa que podemos fazer para que sejamos uma igreja eficaz em batalhar pela fé

é nos tornarmos uma igreja bem fundamentada na fé — “Edificando-vos na vossa fé santíssima”. Estudem! Meditem! Edifiquem! Cresçam! Há muitas verdades maravilhosas a aprendermos sobre Deus. E a melhor defesa da fé é conhecer tais verdades e amá-las.

A oração é uma parte indispensável do batalhar pela fé — “Orando no Espírito Santo”. A menos que procuremos ter a mentalidade do Espírito Santo, através da oração, não cresceremos em nossa assimilação da fé e seremos soldados fracos.

No que se refere à batalha propriamente dita, Judas instruiu: “E compadecei-vos de alguns que estão na dúvida; salvai-os, arrebatando-os do fogo; quanto a outros, sede também compassivos em temor, detestando até a roupa contaminada pela carne”.

Pelo menos duas coisas são evidentes nessa instrução: 1) batalhar às vezes envolve um esforço intelectual para que seja mudada a maneira de pensar da outra pessoa — “Compadecei-vos de alguns que estão na dúvida”; 2) batalhar às vezes envolve repreensão moral — “Procurem aqueles que estão atolados no lamaçal onde foram apanhados por idéias perversas e resgatem-nos ao lugar de segurança, mesmo que odeiem o que eles estão fazendo”.

Na realidade, essas coisas andam sempre juntas: um esforço para mudar a maneira de pensar e um empenho para mudar a moralidade. Batalhar pela fé nunca é simplesmente um exercício acadêmico, assim como nunca é apenas um exercício mental; visto que a fonte de todas as falsas doutrinas é o orgulho do coração humano e não a fraqueza de sua mente.

Essa é a razão por que Judas nos exorta a crescer, orar, permanecer no amor de Deus e depender de sua misericórdia, antes de afirmar qualquer coisa sobre a maneira como devemos batalhar pela fé. Viver a fé é o melhor argumento que os crentes têm em favor da fé. Por essa razão, o apóstolo Pedro disse: “Santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” (1 Pe 3.15). A maneira como você luta é tão importante quanto o conteúdo de seus argumentos. Você pode vencer com sua lógica e perder com sua vida.

Em resumo,

1. Existe uma fé que uma vez por todas foi entregue aos santos.

2. Esta fé é digna de que batalhemos por ela.

3. A fé está, por repetidas vezes, sofrendo ameaças vindas da própria igreja, por meio de crentes que professam apenas verbalmente a fé.

4. É dever de todo crente batalhar pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos.

Fonte : Editora Fiel

Jesus A Simples Verdade


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Batalhando pela fé I



Texto chave: Judas 1:3

“Amados, embora estivesse muito ansioso por lhes escrever acerca da salvação que compartilhamos, senti que era necessário escrever-lhes insistindo que batalhassem pela fé de uma vez por todas confiada aos santos.”

Desde os tempos apostólicos, a Igreja de Jesus tem sido atacada por lobos que buscam dividir e destruir o povo de Deus. E nos dias atuais isso não mudou. As palavras de Judas são tão necessárias hoje quanto o eram naqueles dias.

A Igreja de Deus tem um corpo de doutrinas (ensinos) que servem como alicerces ou base para a nossa fé. Assim como em uma construção, se os alicerces forem fracos ou por ação externa, forem abaladas e enfraquecidas; todo o edifício pode desmoronar. O nosso inimigo sabe disso e trabalha muito para que isso aconteça. Muitas vezes os ataques externos não são tão eficazes, então a estratégia é infiltrar pessoas na igreja com falsas doutrinas, ou ensinamentos duvidosos; que na maioria das vezes distorcem os ensinamentos da Palavra de Deus, e com um ar de religioso e santo, introduzem ensinamentos que não são bíblicos.
Era exatamente isso que levou o Apóstolo Paulo a escrever à Timóteo, exortando-o a “pregar a palavra, repreendendo, corrigindo e exortando com toda a paciência e doutrina” .Pois segundo as palavras do apóstolo: “as pessoas não suportariam as sãs (saudáveis) doutrinas e juntariam mestres para si mesmos, segundo os próprios desejos”.

Podemos reconhecer em nossa igreja hoje, este tipo de problema? Você pode citar um caso em que um ensinamento falso, trouxe problemas para a igreja em que você congrega?

A Igreja tem hoje a sua disposição, armas para reconhecer e destruir estes ataques tão freqüentes. A mais importante é a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. O Apóstolo Paulo apresenta ao jovem pastor Timóteo, um conselho muito útil: busque nas escrituras todas as informações para ser um bom crente e ensine também aos outros. Diferente dos ensinos heréticos apresentado pelas seitas, a Bíblia é totalmente inspirada por Deus. Todo falso ensino trás ensinamentos e pensamentos humanos (quando não diabólicos), mas a Bíblia é totalmente inspirada pelo Espírito Santo.
Infelizmente, o nosso inimigo também usa a Bíblia para confundir os santos, assim como ele tentou fazer com Jesus na tentação do deserto, muitas vezes ele vai usar versículos bíblicos para confundir as pessoas. Mas qual foi a arma que o próprio Senhor Jesus usou para derrotar Satanás na tentação? Ele usou a própria Palavra de Deus (Mt 4: 1 -11).
Mas como podemos saber se estão tentando nos enganar uma vez que estejam usando a Bíblia como base para o que eles tem pra ensinar? Bem, existem algumas regrinhas que temos que seguir:
1) Texto fora do contexto é pretexto para heresias – Nunca podemos usar um versículo isolado da Palavra para criar uma doutrina. A Bíblia mesmo se explica e se justifica, ou seja, se um determinado texto diz algo que todo o restante da Bíblia discorda, então está havendo com certeza uma má interpretação daquele texto. É necessário que haja pelo menos três outros textos (de preferência em outro capítulo ou até mesmo outro livro) que apóie aquele pensamento.
2) De dentro pra fora ou de fora pra dentro? – Existem algumas maneira erradas de se interpretar a Bíblia, e estas devem ser evitadas, pois mesmo no meio de cristãos sérios, muitas vezes estes erros são cometidos. Nunca devemos ir à Bíblia (de fora pra dentro) com um conceito já formado, apenas para encontrar um versículo que confirme que realmente estamos certos. Isso é o que muitas pessoas fazem para enganar os cristãos que não se preparam conhecendo “toda a escritura”. A maneira certa é indo à Bíblia vazio (de dentro pra fora), e ali tirar todo ensino que precisamos. Ou seja, A Bíblia nos diz o que devemos saber, e não apenas confirma aquilo que já sabíamos.
3) O melhor intérprete da Bíblia é o seu Autor - A melhor maneira de sabermos se estamos interpretando corretamente o que estamos lendo, é pedindo em oração e submissão ao Espírito Santo, que Ele nos oriente e nos ensine através da sua Palavra. Quando oramos antes de ler a Bíblia pedindo ao Espírito Santo que nos revele a sua Palavra, tiramos do inimigo o poder de trazer confusão em nossa mente, e temos a certeza de que Deus está falando conosco mesmo.
4) Deus colocou na Igreja Mestres (e eles não estão lá só de enfeite). – Finalmente, quando houver dúvidas sobre determinado texto que você leu; ou ainda, quando alguém estiver assediando você com doutrinas estranhas, não perca tempo, peça ajuda de alguém que você sabe que pode confiar (seu Pastor, professor de escola dominical ou seminário, seu Líder de Célula, etc.).

Versículos para memorizar:

“Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas. Ponham em prática tudo o que vocês aprenderam, receberam, ouviram e viram de mim. E o Deus de paz estará com vocês” - Filipenses 4:10-11 (NVI)


Fonte : Blog Pastor Valdir

Jesus A Simples Verdade

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Os Meios da Graça: Earl Blackburn


A vida cristã é uma experiência maravilhosa. Começa através de uma obra sobrenatural realizada pela imerecida graça de Deus no coração e na vida de uma pessoa. O Espírito de Deus aplica a obra de Cristo, na cruz, aos muitos que estão espiritualmente mortos. Ele os regenera, levando-os a arrependerem-se do pecado e a exercitarem a fé no Senhor Jesus Cristo. Isto se chama salvação, que é uma obra gloriosa da graça e do Espírito de Deus.

Com freqüência, os novos convertidos indagam o que acontece após nascerem de novo e iniciarem a vida cristã. Uma vez que Deus os salvou, Ele os deixa prosseguir motivados em seus próprios recursos e nas obras de sua própria carne, para chegarem à presença dEle, no céu? O apóstolo Paulo responde: .Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne?. (Gl 3.3).


A vida cristã começa pela graça, pela atividade do soberano Espírito de Deus, e deve ser continuada da mesma maneira. Isto não significa que não existe qualquer atividade da parte do crente. Pelo contrário, a Palavra de Deus afirma que os salvos foram .criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. (Ef 2.10); e: .Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade. (Fp 2.12-13 . nota: estes versículos, que têm sido grosseiramente mal utilizados pelas seitas, não ensinam a salvação pelas obras; antes, são dos muitos versículos que demonstram a completa gratuidade da salvação). Além disso, os crentes são instruídos a crescerem .na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. (2 Pe 3.18).

O que o gracioso e amável Deus do céu concedeu aos crentes para ajudá-los a desenvolverem sua salvação, fazerem as boas obras que Ele determinou e crescerem na graça? Deus ofereceu-lhes coisas específicas a fim de obterem esses resultados desejados; ofereceu-lhes o que os teólogos chamam de .meios da graça.. A seguir, consideraremos esses meios da graça e de crescimento.

Quando você utiliza os meios da graça, percebe os resultados em sua própria vida: crescimento espiritual, maturidade, alegria, santidade e semelhança a Cristo. Se estas qualidades estiverem sendo praticadas em sua vida, haverá crescente comunhão com Deus . o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Você será fortalecido e encorajado a andar com Cristo. Receberá a força e o poder espiritual necessários para vencer a tentação, o pecado e Satanás. Obterá ajuda indescritível em cada aspecto da vida cristã.

O que significa a expressão “meios da graça”?

O Dicionário Aurélio define a palavra .meio. como .recurso empregado para alcançar um objetivo.. Por conseguinte, os meios da graça são os instrumentos pelos quais Deus transmite bênçãos ao seu povo. O Catecismo de Westminster define a expressão .meios da graça. como .os recursos visíveis e comuns pelos quais Cristo transmite à sua igreja os benefícios de sua mediação [ou seja, de sua morte]..

Ilustrando isso, pense em uma mangueira de jardim. A mangueira não é especial em si mesma, porem é o canal pelo qual flui a água que produz vida e refresca. O mesmo acontece com os meios da graça. Em si mesmos, eles nada possuem de especial, mas são os instrumentos ou os canais pelos quais fluem as bênçãos divinas que outorgam vida e refrigeram a alma. Através dos meios da graça, Deus concede força, paz, conforto, instrução, disciplina, orientação, alegria e muitas outras coisas necessárias à vida cristã.

Ainda que a expressão .meios da graça. não se encontre na Bí- blia, é uma designação adequada para aquilo que está ali ensinado. Há dois tipos de meios da graça: os particulares e os públicos. O restante desse artigo abordará os diferentes aspectos de cada um desses tipos.

Quais os meios particulares da graça?

1-O primeiro destes é a leitura da Palavra de Deus.

Deus nos deu um livro através do qual Ele fala conosco. Ele não mais se comunica com os homens utilizando sua voz audível, como o fazia no passado. Agora Deus fala através de seu Filho (Hb 1.1-4), que nos transmite sua palavra por meio das Sagradas Escrituras, a Bíblia. Nas páginas das Escrituras, Ele manifesta sua voz, capaz de despertar os mortos, outorgando-lhes vida.

A Bíblia foi escrita por homens santos, enquanto Deus os inspirava e guiava, por intermédio do Espírito Santo. É o perfeito tesouro de instruções e conhecimento celestiais. Deus é o autor da Bíblia, a salva- ção é o seu objetivo, e a verdade sem qualquer erro é o seu conteúdo. Ela nos ensina, principalmente, o que precisamos crer a respeito de Deus e quais os deveres que Ele exige de nós. A Bíblia revela os princípios pelos quais Ele nos julgará e demonstra o supremo padrão pelo qual devem ser averiguados todos os comportamentos, credos e opiniões dos homens. Por isso, J. C. Ryle escreveu:

Separe uma parte de cada dia para ler e meditar alguma porção da Palavra de Deus. O pão de ontem não alimentará o trabalhador de hoje; tampouco o pão de hoje nutrirá o trabalhador de amanhã. Recolha seu maná a cada manhã. Escolha a ocasião e a hora adequados. Não cochile ou se apresse enquanto lê. Dê à sua Bíblia o melhor e não o pior de seu tempo. Leia toda a Bíblia, fazendo-o de maneira sistemática. Receio que existem várias partes da Palavra de Deus que alguns crentes nunca lêem. Dessa atitude resulta a falta de amplos e bem equilibrados pontos de vista a respeito da verdade, uma falta tão comum em nossos dias. Creio que um bom plano é ler o Antigo e o Novo Testamento ao mesmo tempo, do começo até ao fim; e, depois, fazê-lo novamente. Leia a Bíblia com um espírito de obediência e auto-aplicação. Assente-se para estudá-la com a determinação de que você viverá pelas suas regras, confiará em suas afirmativas e se comportará de acordo com seus mandamentos. A Bíblia mais lida é aquela mais praticada.

Ela é o instrumento pelo qual Deus fala ao seu povo. Enquanto lêem a Bíblia, Deus abençoa e fortalece os crentes com tudo que necessitam para seu viver diário.

2-O segundo meio particular da graça é a oração.

O que significa oração? É um dos meios pelos quais o crente cultiva um vivificante relacionamento com o Deus vivo. A oração é indispensável na devoção pessoal. Envolve conversar e ter comunhão com Deus. Nesta comunhão, apresentamos a Deus nossos desejos íntimos. A oração assemelha-se a conversar com Deus .face a face.. O Antigo Testamento apresenta numerosos exemplos: Gênesis 18.23, ss.; Êxodo 5.22, 6.1,10,12,28-30; Deuteronômio 3.23-26; Salmo 27.8. O Novo Testamento apresenta um sumário da oração em Atos 13.1-2.


Pedir a Deus as boas coisas que Ele tem prometido aos seus filhos é uma parte vital da oração (Mt. 7.7,11; Lc 11.5-13; Cl 1.9-12; Tg 1.5-6). De acordo com Filipenses 4.6-7, a oração é uma chave para que o crente experimente a paz de Deus. Ela é também um meio que facilita a nossa rendição à vontade de Deus (ver o exemplo do Senhor Jesus em Mateus 26.39,42,44).

Existem várias partes na oração. Ela pode incluir um ou mais destes aspectos: adoração e louvor, ação de graças, confissão de pecados, súplica, intercessão e entrega de nós mesmos a Deus.

De acordo com Efésios 6.18 e Judas 20, a oração deve ser feita no Espírito. O Espírito Santo é Aquele que ajuda o crente a orar. Ele testifica ao espírito do crente que ele é filho de Deus, levando-o a clamar: .Aba, Pai. (Rm 8.15; Gl 4.6). O Espírito Santo impulsiona o crente a orar, trazendo à sua mente as palavras e promessas de Jesus. Ele também inflama nossos corações em benefício dos outros (Rm 10.1; cf. 9.1-2). Portanto, quando você não sentir desejo de orar, peça ao Espírito Santo que o ajude a envolver-se na oração.

Cristo ofereceu ao seu povo um modelo para ajudá-los na oração. Em geral, tem sido chamada de .Oração do Pai Nosso. e se encontra em Mateus 6.9-13 e Lucas 11.1-4. Este modelo de oração não foi dado com o propósito de ser repetido, como um ritual, quer em particular, quer em público. Recitar esta oração não remove nossa obrigação de orar. Cristo a ensinou para que os crentes saibam como orar adequadamente. Há seis petições nesta oração: as três primeiras estão relacionadas às prioridades de Deus, as três últimas vinculam-se às nossas necessidades. Nesta oração-modelo, o Senhor Jesus nos ensina que, antes de suplicar por nossas necessidades, temos de orar pelas prioridades divinas.

3-O terceiro meio particular da graça é a meditação.

Após o crente ter vindo à presença de Deus, através da leitura da Bíblia e pela oração, ele se alimenta do que já recebeu por meio da meditação. Thomas Watson, um dos Puritanos, disse: .A meditação é semelhante ao regar uma planta, faz aparecer os frutos da graça..

A meditação é para nossa alma o que a digestão é para o corpo. C. H. Spurgeon apresentou uma excelente instrução, ao declarar: .Nossos corpos não sustentam-se apenas por ingerir o alimento através da boca; mas o processo de digestão resulta em músculos, nervos, tendões e ossos. Por meio da digestão, o alimento exterior é assimilado pela vida interior. O mesmo acontece às nossas almas: elas são nutridas não apenas por aquilo que ouvem aqui e acolá. Ler, ouvir, observar e aprender tudo exige uma digestão interior; e a digestão interior da verdade ocorre através de meditarmos nela..

A atitude do salmista Davi foi: .Meditarei nos teus preceitos e às tuas veredas terei respeito. Terei prazer nos teus decretos; não me esquecerei da tua palavra. (Sl 119.15-16). Setecentos anos antes de Cristo nascer, Davi já sabia o valor da meditação.

Quais são os meios públicos da graça?

1-Reunir-se para adoração é o primeiro destes meios.

Deus jamais tencionou que o verdadeiro crente vivesse sozinho. Após a ascensão de Cristo, os apóstolos saíram por todo o mundo implantando igrejas e estabelecendo presbíteros em cada uma delas (At 14.23). Eles fizeram isto, para que os crentes novos fossem fortalecidos, encorajados, guiados, instruídos e, acima de tudo, adorassem a Deus juntos. Deus, e não os homens, ordenou que por intermédio da reunião coletiva, para adoração, o crente recebesse bênção e ajuda divina para os dias futuros. Reunido, o povo de Deus receberia não somente a bênção dEle, mas também se fortaleceria mutuamente. Os cristãos receberam a ordem de não abandonarem o reunirem-se para adoração pública (Hb 10.25).

Historicamente, as igrejas cristãs sempre adoraram no domingo. Foi no primeiro dia da semana, o domingo, que o Senhor Jesus ressuscitou dos mortos e assegurou a ruína do domínio de Satanás. Cinqüenta dias após a ressurreição de Cristo, no Pentecostes, novamente no primeiro dia da semana, o Espírito Santo veio sobre os crentes para enchê-los de poder. Desde então, os cristãos se reúnem aos domingos, o primeiro, o melhor e mais admirável dia da semana, para adorar o primeiro, o melhor e mais admirável dos seres, o SENHOR Deus dos Exércitos e seu Filho, Jesus Cristo (At 20.7; 1 Co 16.2).

Os elementos da adoração pública são: leitura pública das Escrituras, acompanhada de pregação e ensino; cantar salmos, hinos e cânticos espirituais; ofertas e orações. Na leitura e exposição das Escrituras, Deus fala conosco; nos cânticos, ofertas e orações, nós falamos com Ele. Ainda que esses dois elementos da adoração são importantes, o mais relevante deles é a pregação da Palavra. Nossos pais entenderam isto, quando escreveram:

O Espírito torna a leitura (em especial, a pregação da Palavra) o meio eficaz de convencer e converter os pecadores, edificando-os em santidade e conforto. (Breve Catecismo de Westminster, pergunta 89)

2-O segundo meio público da graça são as ordenanças do

evangelho.

Uma ordenança é um costume e prática iniciada pelo Senhor Jesus Cristo, enquanto Ele esteve na terra. Nas verdadeiras igrejas do Senhor Jesus, há apenas duas ordenanças: o batismo e a ceia do Senhor.

O batismo é a primeira ordenança instituída pelo Senhor Jesus Cristo, enquanto esteve entre os homens. Ele ordenou que o batismo fosse realizado por seus apóstolos e igrejas até ao fim do mundo (cf. Mt 28.18- 20). Uma pessoa que declara ser crente e negligencia o batismo, a primeira ordenança de Cristo, não tem o direito de chamar-se de cristão. O batismo deve ser realizado por completa imersão na água, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

O batismo é reservado somente para os crentes. Não é para pequenas crianças descrentes. Não existe uma única instância de batismo infantil no Novo Testamento. O batismo sempre foi aplicado àqueles que se arrependeram e creram e para aqueles que foram convertidos e salvos (veja Atos 2.41; 18.8). Esta ordenança foi designada a ser um testemunho para o mundo, a fim de demonstrar que somos seguidores de Cristo e fortalecer nossa decisão de segui-Lo.

A ceia do Senhor é a segunda ordenança instituída pelo Senhor Jesus, enquanto esteve na terra. É o meio divinamente designado para fortalecer a fé exercida pelos crentes. A ceia do Senhor não é um sacrifício oferecido a Deus, e sim apenas uma comemoração daquela oferta que Cristo fez de si mesmo, uma vez por todas, na cruz, em pagamento dos nossos pecados. Sempre que participamos da ceia do Senhor, nós o fazemos em memória dEle (1 Co 11.24-26).

Os elementos da ceia do Senhor, pão e vinho, são apenas símbolos. Cada elemento representa um diferente aspecto do sacrifício de Cristo. O pão simboliza o corpo traspassado e morto do Salvador, por causa de nossos pecados. O vinho representa o sangue de Cristo que foi derramado a fim de purificar nossos pecados. Não existe nada mágico no pão e no vinho. Eles não se alteram, tornando-se literalmente o corpo e o sangue de Jesus; permanecem aquilo que eles mesmos são.

Um cuidadoso estudo das Escrituras demonstra as exigências para se participar da ceia do Senhor. A pessoa tem de ser verdadeiramente convertida a Cristo, batizada, alguém que está procurando andar de maneira agradável a Deus e membro de uma das igrejas de Cristo. Devemos lembrar que esta ordenança não foi dada a indivíduos, e sim a igrejas locais e seus membros.

3-Comunhão com irmãos e irmãs em Cristo é o terceiro meio

público da graça.

O povo de Deus procede de todos os tipos de pessoas. Todavia, existe algo que os une: em Cristo, eles são um! Cristo os amou com amor eterno e os atraiu com bondade. Todos os obstáculos foram removidos ante à eleição, à redenção e ao salvífico amor de Cristo (ver Ef 2.14-16).

Comunhão significa .compartilhar juntos. ou .vida compartilhada ., especialmente quando esta se relaciona aos outros crentes. Quando Cristo nos salvou, Ele não tencionava que vivêssemos isolados. Ele nos destinou para sermos parte de uma de suas igrejas e desfrutarmos comunhão com outros crentes (cf. At 2.41-42). Uma das mais profundas verdades que compreendemos após a conversão é o vínculo que temos com os verdadeiros crentes.

Comunhão não significa reunir-se com outros crentes para falar sobre esportes, diversões, clima, economia ou política, embora não exista qualquer prejuízo em fazermos isso. Pelo contrário, comunhão é compartilhar, de coração, uns com os outros, as coisas do Senhor Jesus e de sua Palavra. A singularidade da comunhão cristã se encontra em sermos capazes de conversar e compartilhar, juntos, as alegrias, a felicidade, as vitórias, os problemas, as tentações, as tristezas e as bênçãos de nosso andar com Deus. Provérbios 27.17 afirma: .Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo.. Desfrutar comunhão com irmãos e irmãs em Cristo, em uma igreja local, é semelhante ao .ferro. afiando o .ferro.; é o meio da graça que nos mantém espiritualmente saudáveis e vigorosos.

4-O quarto meio público da graça é a oração coletiva (At 2.42).

As igrejas primitivas não somente permaneciam na doutrina dos apóstolos, na ceia do Senhor e na comunhão, também perseveravam na oração juntos. As reuniões da igreja, a fim de orar, era um dos meios de levar as cargas uns dos outros e cumprir a lei de Cristo (Gl 6.2). No livro de Atos, há diversos exemplos dos irmãos orando juntos, na igreja primitiva. No dia de Pentecostes, o que os crentes estavam fazendo? Orando (At 1.12-14; cf. 2.1). Através da oração coletiva, a igreja contemplou o Senhor Deus libertando-a das mãos de seus inimigos (4.23- 33). Pedro foi liberto da prisão porque os crentes estavam juntos em oração a favor dele (12.5). A história das igrejas do Novo Testamento ilustra a bênção e a necessidade de orarmos juntos.

Tudo o que é verdadeiro a respeito da oração particular também é verdadeiro sobre a oração pública, exceto que esta se realiza coletivamente. Se Deus está com seu povo e individualmente os abençoa com sua presença, quanto mais isto acontece ao se reunir a igreja para oração coletiva. Se Ele ouve e responde as orações de um crente, quanto mais ouvirá e atenderá as orações de muitos? Um Puritano, David Clarkson, disse: .A presença de Deus, desfrutada em oração particular, assemelhase apenas a um regato, mas na oração coletiva torna-se como um rio que alegra a cidade de Deus..

Um Pai amoroso, sábio e gracioso, que habita nos céus, outorgou aos seus filhos estes meios para o bem deles (cf. Dt 10.13). Ele não os deu a fim de colocar seus filhos em escravidão a regras estabelecidas pelo homem, mas para abençoar, fortalecer e encorajá-los. Os meios particulares da graça nos foram concedidos para sustentar-nos em nossa vida cristã diária, em um mundo de atividades cotidianas. Os meios públicos da graça são para nosso benefício, na igreja local pertencente ao Senhor Jesus Cristo. Praticá-los agora resultará em crescimento e frutificação de nossa vida cristã. Utilizar estes meios designados por Deus redundará em glória para Ele, expansão de seu reino e nos proporcionará retidão, paz e alegria.

Os cristãos devem penetrar no mundo,

sem se tornar parte dele.

John Blanchard

Jesus A Simples Verdade


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A Utilidade das Escrituras



Wayne Mack

A palavra salvação é utilizada em vários sentidos na Bíblia. Com freqüência, salvação é empregada no sentido restrito de ser salvo da penalidade de nosso pecado e de nossa alienação para com Deus (Cl 1.21-23). Todavia, existe um sentido mais amplo em que as Escrituras utilizam este vocábulo. A palavra salvação, derivada do vocábulo grego soteria, inclui a idéia de tornar inteiro, completo ou sadio. Na salvação, Deus não somente nos livra da penalidade de nosso pecado (ou seja, de nossa alienação para com Ele) — o inferno. Deus também quer nos salvar da corrupção de nosso pecado, ou seja, Ele quer nos transformar tanto em nosso interior quanto em nosso exterior. Deus quer mudar nossa condição interna, bem como nossa posição legal diante dEle mesmo — nossa condição e nossa posição, nosso estado e nossa postura.
Nas palavras do apóstolo Paulo, encontradas em outra passagem bíblica, na salvação Deus nos conforma à imagem de Cristo (Rm 8.29; 2 Co 3.18). O propósito de Deus na salvação é tornar-nos perfeitos em Cristo (Cl 1.28). Deus tenciona agir dessa maneira em nós, a fim de que “cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Ef 4.15). Afirmando de outra maneira, podemos dizer que “tão grande salvação” (Hb 2.3) inclui a santificação (ser tornado santo em nosso coração e em nossa conduta) e a justificação (ser declarado justo em nossa posição diante do Deus santo, por meio da justiça de Cristo). Do ponto de vista de Deus, a salvação inclui ser feito semelhante a Cristo e ser declarado legalmente justo em Cristo.
Esta é a maneira como o vocábulo salvação foi utilizado em 1 Timóteo 4.16, onde Paulo fala a respeito de assegurar a salvação de Timóteo e dos membros da igreja de Éfeso. Com certeza, Paulo não estava, nesta passagem bíblica, questionando se Timóteo ou outros crentes estavam em um relacionamento correto com Deus, se eles já haviam sido justificados, se os seus pecados haviam sido perdoados. Paulo estava falando sobre salvação no sentido de crescer mais e mais na semelhança de Cris- to; esta semelhança é o objetivo de Deus em nos justificar.
Na salvação, Deus não está apenas interessado em nos salvar da condenação do inferno; tampouco Ele está somente preocupado em nos levar ao céu. Além destes propósitos da salvação, Deus também quer nos mudar em nosso íntimo, de modo que nossos pensamentos, afeições, desejos, sentimentos, atitudes, aspirações e todos os aspectos de nosso ser tornem-se semelhantes a Cristo. Deus tenciona que nossa vida, tal como a de nosso Senhor Jesus Cristo, seja cheia com o fruto do Espírito — amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio (Gl 5.22,23). Isto é salvação em seu sentido mais completo. E esta é a razão por que ser tornado sábio para a salvação é um aspecto tão importante, proveitoso e crítico em resolver tanto os problemas da vida presente quanto os problemas referentes à eternidade.
Que instrumentos Deus utiliza neste processo interno de transformação, neste sentido mais amplo da salvação? O mesmo instrumento que Ele utiliza para nos tornar sábios para a salvação no sentido de mudar nosso relacionamento para com Ele. Deus utiliza as Escrituras para nos mudar em nosso íntimo e nos transformar à imagem de Cristo. “Todos nós... contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados,
de glória em glória, na sua própria imagem” (2 Co 3.18). “Santifica-os [torna-os santos e justos em seu coração e em sua conduta] na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). “Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra” (Ef 5.25,26).
Muitos anos atrás, Thomas Chisholm expressou, nas seguintes palavras, aquilo que deve ser o clamor do coração de todo crente: “Oh! Que eu seja semelhante a Ti, bendito Redentor! Este é o meu anelo e a minha oração constante! Ó Jesus, eu renunciarei, com alegria, todos os tesouros desta vida, a fim de vestir-me de tua perfeita semelhança. Oh! Que eu seja semelhante a Ti, cheio de compaixão, amor, perdão, ternura e bondade, ajudando o desamparado, confortando os desanimados, procurando encontrar os pecadores errantes! Oh! Que eu seja semelhante a Ti! Enquanto eu estou clamando, derrama o teu Espírito; enche-me com teu amor, faze de mim um templo adequado para a tua habitação. Prepara-me para a vida e para a habitação celestial. Oh! Que eu seja semelhante a Ti, bendito Redentor, puro como Tu és! Vem em tua amabilidade, em tua plenitude, estampa a tua própria imagem no mais íntimo de meu coração”.
O constante clamor do coração de todo crente deveria ser: “Senhor Jesus, eu quero ser semelhante a Ti. Por favor, age em mim, transformando-me, mudando meu ser e fazendo-me semelhante a Ti”. Eu afirmo que essas palavras deveriam constituir nosso anelo e nossa oração permanentes. E esta é a boa notícia: à medida que nos tornarmos mais semelhantes a Cristo e que tal semelhança se torne mais real em nosso viver, desfrutaremos do maior bem que uma pessoa pode experimentar. A coisa mais benéfica e proveitosa que pode acontecer é alguém tornar-se crescentemente mais semelhante a Cristo, à maneira bíblica; e isso é descrito pelo poema de Thomas Chisholm. Imagine com o que a nossa vida pareceria, o que aconteceria em nossos relacionamentos com as outras pessoas e em nossas famílias; com o que seriam semelhantes nossas igrejas e qual seria o nosso impacto no mundo, se fôssemos mais semelhantes a Cristo.
Pense sobre o impacto que nós, os crentes, causaríamos em favor da causa de Cristo, se, à semelhança dEle, fôssemos cheios de compaixão, amor, ternura e bondade; se, à semelhança dEle, fôssemos mais dedicados em ajudar os desamparados, confortar os desanimados e procurar os errantes. Que maravilha! Isso é algo pelo que temos de nos sentir estimulados e anelar muito! A boa notícia é que tornar-se semelhante a Cristo não é uma idéia impraticável. Para todos nós que temos experimentado a salvação no sentido de justificação dos pecados, experimentar a salvação no sentido de crescer mais e mais na semelhança de Cristo é algo que pode constituir nossa experiência contínua aqui e agora. Nós podemos mudar! Podemos ser diferentes! Podemos resolver nossos problemas relacionados ao pecado! Podemos nos tornar mais semelhantes a Jesus! Como? Por meio do estudo regular, diligente, fiel, sério e fervoroso da Palavra de Deus; é a única maneira pela qual essa semelhança pode acontecer. E ser mais semelhante a Cristo pode acontecer porque as Escrituras, inspiradas por Deus, são úteis para nos tornar sábios para a salvação nos dois sentidos discutidos neste artigo.



Jesus A Simples Verdade